Discriminação Racial: a luta por respeito e igualdade também passa pela saúde

No Brasil, o dia 3 de julho marca o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, uma data criada para reforçar a importância da igualdade de direitos e do respeito à diversidade racial. Essa data remonta a 1951, quando foi aprovada a primeira lei brasileira contra o racismo – a Lei Afonso Arinos, que passou a considerar a discriminação racial como contravenção penal. Sete décadas depois, a luta contra o racismo ainda é uma urgência nacional, presente nas ruas, nas instituições e, infelizmente, também nos ambientes de trabalho, inclusive na área da saúde. O SinSaúde Rio Preto se posiciona com firmeza contra qualquer forma de discriminação, e acredita que o combate ao racismo é uma responsabilidade de toda a sociedade, especialmente de entidades que representam trabalhadores. Por isso, neste 3 de julho, reafirmamos nosso compromisso com a construção de ambientes de trabalho mais justos, inclusivos e seguros para todas as pessoas, independentemente de sua cor, etnia ou origem. O racismo estrutural também adoeceNo setor da saúde, a discriminação racial se manifesta de maneiras muitas vezes silenciosas, mas profundamente prejudiciais: na desigualdade de oportunidades profissionais, na sub-representação de pessoas negras em cargos de liderança, nas violências simbólicas dentro das unidades, e até mesmo na forma como pacientes são tratados, diagnosticados ou priorizados. Estudos mostram que trabalhadores negros na saúde são mais afetados por assédio moral, jornadas exaustivas, sobrecarga e falta de reconhecimento. Mulheres negras, em especial, enfrentam uma dupla vulnerabilidade, racial e de gênero, sendo frequentemente invisibilizadas nos espaços de decisão. Essa realidade não pode mais ser normalizada. É necessário enxergar o racismo não apenas como um problema individual, mas como parte de uma estrutura que precisa ser transformada por meio de políticas, formação, escuta ativa e combate contínuo. O papel do sindicato no enfrentamento à discriminaçãoO SinSaúde Rio Preto entende que não há luta sindical legítima sem justiça social e igualdade racial. Por isso, a entidade atua para: O sindicato também mantém seus canais abertos para receber denúncias e relatos, oferecendo suporte jurídico e institucional sempre que necessário. Avançar é dever coletivoO combate ao racismo não é responsabilidade apenas da população negra. É uma missão coletiva, ética e cidadã. É preciso romper o silêncio, corrigir desigualdades e construir espaços de trabalho em que todos tenham voz, segurança e oportunidade de crescer com dignidade. “Nosso compromisso é com todos os trabalhadores da saúde. E isso só é possível quando a luta é feita com consciência racial, respeito às diferenças e combate ativo às injustiças”, reforça o presidente Reinaldo Dalur. ConclusãoNeste 3 de julho, o SinSaúde Rio Preto se une a todos que defendem a justiça racial como um valor inegociável. Em um setor que cuida da vida, não pode haver espaço para qualquer tipo de discriminação. Seguiremos vigilantes, combativos e comprometidos com a construção de uma saúde pública e privada que respeite, valorize e proteja todos os seus profissionais em toda a sua diversidade. 📞 Contato SinSaúde Rio Preto: Telefone: (17) 3211-2525 ou WhatsApp: (17) 99794-8476 Horário de atendimento:🕗 Segunda a Sexta-feira⏰ Manhã: 08h às 11h30⏰ Tarde: 12h30 às 17h 📍 Endereço: Rua Imperial, 843, Vila Imperial.

Proposta Aprovada – Lar São Francisco de Assis 2025/2026

Aumento Salarial 2025 – Proposta de Pauta APROVADA! 💪 A proposta de Acordo Coletivo de Trabalho dos trabalhadores do LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS, foi aprovada pelos trabalhadores com 83,13% dos votos. Agora, a minuta segue para assinatura e, em breve, estará disponível no nosso site. ✅ ✅ Seguimos firmes na luta por melhores condições para os trabalhadores da saúde! 📞Contato SinSaúde Rio Preto: Telefone: (17) 3211-2525 ou WhatsApp: (17) 99794-8476 🕗 Horário de atendimento:🕗 Segunda a Sexta-feira⏰ Manhã: 08h às 11h30⏰ Tarde: 12h30 às 17h 📍 Endereço: Rua Imperial, 843, Vila Imperial.

Saúde Pública em Risco: cortes no convênio com a Funfarme geram alerta

A decisão da Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto de prorrogar por apenas quatro meses o convênio com a Funfarme, com redução de R$ 3,3 milhões no orçamento mensal e corte de 209 profissionais na estimativa de pessoal, preocupa não apenas os conselheiros municipais — mas, principalmente, os trabalhadores e usuários da saúde pública. Com a justificativa de que o reforço anterior havia sido feito em função da epidemia de dengue e que o orçamento da saúde enfrenta um déficit de mais de R$ 80 milhões, a Prefeitura afirma que a medida não trará impactos no atendimento. Mas, para o SinSaúde Rio Preto, entidade que representa os trabalhadores da saúde na região, a situação é muito mais delicada. “Não se pode tratar os profissionais da saúde como contratos temporários que podem ser cortados conforme a oscilação do orçamento. Eles são o alicerce do atendimento público. Sem estabilidade e valorização, não há como garantir saúde de qualidade,” afirma Reinaldo Dalur, presidente do SinSaúde. Insegurança e instabilidade: reflexos diretos nas unidades Ao reduzir a estimativa de médicos no convênio, ainda que sem demissões imediatas, a Prefeitura projeta um modelo de atendimento sob pressão, que pode sobrecarregar quem permanece nas unidades e comprometer o atendimento em momentos de alta demanda. Além disso, a recorrente convocação de reuniões extraordinárias para definir renovações contratuais de última hora, como apontado por conselheiros municipais, demonstra falta de planejamento estruturado para uma área que deveria ser prioridade constante. Concurso é promessa, não solução imediata Durante a reunião do Conselho Municipal de Saúde, foi informado que um concurso público está sendo estruturado para substituir gradualmente a dependência do convênio com a Funfarme. Embora essa medida seja positiva e necessária, ela não resolve os desafios do presente. O SinSaúde defende que o concurso deve ocorrer com garantia de transparência, critérios justos, valorização salarial e condições adequadas de trabalho, para que a saúde pública não perca ainda mais profissionais — como vem ocorrendo em várias regiões do país, devido à sobrecarga, baixos salários e vínculos instáveis. O compromisso do sindicato O SinSaúde Rio Preto acompanha com atenção o desenrolar dessa situação. A entidade reitera seu compromisso com: ✅ A valorização permanente dos profissionais da saúde;✅ A defesa de contratações estáveis e seguras;✅ A luta por condições dignas de trabalho, independentemente do regime de contratação. “Estamos do lado de quem carrega a saúde pública nas costas. Os trabalhadores não podem ser penalizados pela má gestão ou pelos limites orçamentários. É preciso mais respeito com quem cuida da população,” reforça Reinaldo Dalur. Enquanto houver incertezas, o SinSaúde seguirá atuando com firmeza e voz ativa nos espaços de decisão, garantindo que o trabalhador da saúde não seja tratado como solução temporária, mas como parte vital do sistema. 📞 Contato SinSaúde Rio Preto: Telefone: (17) 3211-2525 ou WhatsApp: (17) 99794-8476 🕗Horário de atendimento: 🕗 Segunda a Sexta-feira⏰ Manhã: 08h às 11h30⏰ Tarde: 12h30 às 17h📍 Endereço: Rua Imperial, 843, Vila Imperial.

Saúde mental dos trabalhadores tende a melhorar com adoção de nova regra

Norma Regulamentadora nº 1, do Ministério do Trabalho e Emprego, coincide com aumento de 68% dos afastamentos de trabalhadores em razão de transtornos mentais Adoecimento mental, sobretudo dos trabalhadores, é um tema que vem ganhando cada vez mais relevância e atenção das autoridades brasileiras. Em 2024, segundo dados divulgados pelo Ministério da Previdência Social (MPS), o Brasil registrou cerca de 470 mil afastamentos de trabalhadores em virtude de condições mentais, como ansiedade e depressão, número que representa um aumento de 68% em relação a 2023. Como alternativa para contornar esse cenário, em maio deste ano começou a valer a atualização da Norma Regulamentadora nº1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego em agosto de 2024. De acordo com a nova regra, a partir de agora as empresas brasileiras terão que incluir a avaliação de riscos psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Segundo a professora Maria Hemília Fonseca, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, especialista em Direito Internacional do Trabalho, “esses riscos são considerados perigos decorrentes de problemas na concepção, organização e gestão do trabalho, que podem gerar efeitos na saúde do trabalhador em nível psicológico, físico e social”. Entre as consequências físicas, destacam-se as dores musculares. Em nível psicológico e social, “os riscos psicossociais podem desencadear uma depressão, em que a pessoa se afasta do ambiente social e do âmbito profissional com agravamentos seríssimos. Além disso, o estresse, muitas vezes ignorado, é a condição mais comum atualmente no campo do trabalho e pode levar a pessoa ao esgotamento e até mesmo condições como o burnout”, explica a docente. Anteriormente à aprovação da norma, o gerenciamento de todos os riscos relacionados ao trabalho já incluía fatores psicossociais, porém de maneira implícita. De acordo com Maria Hemília, “a NR-1 traz, de uma maneira muito clara, a inclusão expressa dos riscos ocupacionais, entre eles, com grande destaque, os psicossociais. Essa aprovação permite também a conexão com outras normas regulamentadoras, como a NR-17, sobre fatores ergonômicos, podendo ser avaliados juntos com os psicossociais”. A aplicabilidade dessa norma tem como ideia central a prevenção e as empresas necessitam de uma preparação para seguirem a NR-1. Para a especialista, é fundamental que todos os setores estejam envolvidos, sobretudo, com a participação dos trabalhadores. “Em passo seguinte, essas organizações devem identificar os perigos a que os trabalhadores podem estar expostos, avaliá-los e implementar medidas para acompanhar e controlar esses riscos que, dependendo da atividade e do ambiente de trabalho, os funcionários sempre estarão sujeitos.” A fiscalização da nova norma será feita por meio de análise documental, verificando se a empresa está seguindo o processo estabelecido para o gerenciamento de riscos com a inclusão dos fatores psicossociais, agora exigidos de forma explícita. Segundo Maria Hemília, um auditor fiscal, por exemplo, vai buscar evidências de que a empresa cumpriu todas as etapas, além de observar se houve participação dos trabalhadores nesse processo. “Todos esses procedimentos devem estar devidamente registrados no Programa de Gerenciamento de Riscos ou na Avaliação Ergonômica Preliminar de cada empresa. As empresas de grande porte precisam registrar em ambas as avaliações, enquanto as pequenas podem registrar na Avaliação Ergonômica Preliminar. As normas regulamentadoras, incluindo a NR-1, são obrigatórias e têm força legal por serem estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A professora destaca que o não cumprimento pode acarretar autuações e sanções legais previstas na legislação trabalhista. “Empresas que não adotarem medidas preventivas estão sujeitas a multas, processos e, dependendo da gravidade dos casos, podem enfrentar ações do Ministério Público do Trabalho, inclusive por danos morais coletivos.” Fonte: Jornal da USP

Cientistas descobrem um novo tipo sanguíneo

🩸Um sangue sem igual. Cientistas da Universidade de Paris identificaram um novo grupo sanguíneo em uma mulher francesa nascida em Guadalupe. Pouco tempo depois, a descoberta — chamada de “Gwada negativo” — foi oficializada pela Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, em Milão. Foram anos de produção científica 🔬 Tudo começou em 2011. Uma paciente da ilha de Guadalupe, então com 54 anos, realizou exames de sangue de rotina antes de uma cirurgia em Paris. No entanto, os métodos laboratoriais da época não eram avançados o suficiente para entender sua origem. 🔑 A virada de chave veio a partir de 2019, com o uso de sequenciamento de DNA de altíssima velocidade. Com isso, os cientistas conseguiram analisar os genes envolvidos na produção de antígenos sanguíneos. Foi assim que identificaram uma mutação rara, que impedia a formação de um antígeno específico nas hemácias da paciente. 🩺 Antígeno é uma molécula presente em células ou vírus, reconhecida como “estranha” pelo sistema imunológico, podendo desencadear uma resposta de defesa. Como consequência, a paciente é hoje incompatível com qualquer outro sangue conhecido — e compatível apenas consigo mesma. O que vem agora? 🔮 O mais impressionante é que ambos os pais da mulher carregavam o gene mutado, mas não manifestavam o grupo sanguíneo. 🩺 A explicação está no fato de que a condição só se manifesta quando é herdada simultaneamente do pai e da mãe. Isso significa que, tanto pelo lado materno quanto pelo paterno, apenas um dos avós carregava a mutação — o que torna o fenômeno ainda mais raro. Por esse motivo, pesquisadores estão desenvolvendo um protocolo de triagem genética para tentar identificar outras pessoas com a mesma mutação — especialmente na ilha de Guadalupe. Fonte: https://healthtimes.beehiiv.com

Escassez de Profissionais de Saúde: Um Desafio Urgente para o Brasil

A saúde pública e privada no Brasil enfrenta um problema crescente e preocupante: a escassez de profissionais de saúde. Em diversas regiões do país, faltam médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas e outros profissionais essenciais para garantir o funcionamento adequado de hospitais, postos e unidades de atendimento. Esse cenário se agravou nos últimos anos, especialmente após a pandemia de COVID-19, que sobrecarregou o sistema, levou ao esgotamento físico e mental das equipes e expôs de forma brutal a falta de políticas estruturadas para valorização e retenção desses trabalhadores. Um problema que começa na base A escassez de profissionais da saúde não ocorre por acaso. Ela é resultado de uma série de fatores que se acumulam ao longo do tempo: Em muitos casos, a combinação desses fatores faz com que profissionais qualificados abandonem o setor ou busquem oportunidades fora do Brasil, aprofundando ainda mais o déficit interno. Impactos diretos na população A escassez de profissionais da saúde compromete diretamente a qualidade do atendimento à população. Com equipes reduzidas, o tempo de espera aumenta, os erros se tornam mais prováveis, e o risco de colapso do sistema cresce. Pacientes com doenças crônicas enfrentam atrasos em acompanhamentos, cirurgias são adiadas, partos ocorrem sem suporte adequado, e os profissionais que permanecem ativos acabam sobrecarregados, agravando o ciclo de adoecimento e evasão. A visão do SinSaúde Rio Preto O SinSaúde Rio Preto, que representa os trabalhadores do setor em São José do Rio Preto e região, acompanha de perto essa realidade e vem alertando há anos sobre os riscos de um sistema que explora, mas não valoriza seus profissionais. 🗣️ “Estamos vendo uma geração de trabalhadores da saúde desistindo por cansaço, por desrespeito, por falta de apoio. E quem sofre com isso é toda a sociedade. Sem gente, não há saúde que funcione”, afirma Reinaldo Dalur, presidente do SinSaúde. Para o sindicato, o combate à escassez passa obrigatoriamente por três frentes:✅ Valorização real dos profissionais, com salários dignos e reconhecimento;✅ Melhoria das condições de trabalho, com segurança, estrutura e equilíbrio;✅ Políticas públicas de formação e fixação de mão de obra, especialmente em regiões carentes. “É preciso pensar em saúde como prioridade. Não adianta construir novos hospitais se não houver equipe para atender. O profissional da saúde não pode mais ser visto como um recurso descartável, mas como peça central da engrenagem”, reforça Dalur. Soluções que precisam sair do papel Algumas propostas têm sido discutidas em nível nacional, como a criação de planos de carreira para os profissionais do SUS, programas de interiorização com incentivos reais, ampliação de residências multiprofissionais e investimentos em saúde mental dos trabalhadores. Mas, como destaca o SinSaúde, “não basta discutir no papel”. É preciso ação, financiamento, planejamento e participação das entidades representativas para que essas medidas sejam eficazes e duradouras. Conclusão A escassez de profissionais de saúde é um problema grave, que exige respostas urgentes do poder público, da iniciativa privada e da sociedade. Valorizar quem cuida é investir no futuro da saúde brasileira. O SinSaúde Rio Preto segue firme na defesa dos trabalhadores do setor, lutando por reconhecimento, melhores condições e respeito. Afinal, sem profissionais de saúde, não há cuidado, não há atendimento e não há sistema que funcione.

IA pode ajudar a prever avanço dos sintomas de Alzheimer, mostra estudo

Cientistas da Universidade de Cambridge esperam que o algoritmo reduza a necessidade de testes de diagnósticos caros e invasivos, possibilitando o tratamento precoce a mais pacientes Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de prever se pessoas com sintomas precoces de demência irão desenvolver ou não Alzheimer. Segundo os pesquisadores, a tecnologia poderá reduzir a necessidade de testes de diagnósticos caros e invasivos, além de permitir que o tratamento da doença seja realizado de forma precoce. Os resultados obtidos com a tecnologia foram publicados na revista eClinical Medicine na sexta-feira (12). A demência é uma condição caracterizada pelo declínio geral de habilidades mentais, como memória, linguagem e raciocínio lógico. O Alzheimer é a causa mais comum de demência, correspondendo de 60% a 80% dos casos. O diagnóstico precoce da doença é fundamental para a eficácia do tratamento. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Vacinas de mRNA podem ser a chave para a cura do HIV

Sim, essa é a nova estratégia utilizada por cientistas australianos. A descoberta, publicada na Nature Communications, representa um avanço importante contra um dos maiores obstáculos à cura do HIV: a latência viral nas células T CD4+. Sobre o vírus 🩺 O HIV ataca o sistema imunológico, especialmente as células T CD4+, essenciais para a defesa do organismo. Com o tempo, essa destruição enfraquece progressivamente as “defesas naturais” do corpo, facilitando infecções e doenças graves. 🩺 Ele é transmitido principalmente por contato com sangue, sêmen ou fluidos vaginais de uma pessoa infectada. Sem tratamento, o HIV pode evoluir para a AIDS, fase em que o sistema imunológico já se encontra gravemente comprometido. A inovação 🆕 A nova estratégia usa nanopartículas lipídicas para levar mRNA até as células T CD4+, onde o HIV costuma permanecer escondido em estado latente. O mRNA carrega instruções que “acordam” o vírus silencioso, fazendo com que ele volte a se manifestar dentro dessas células. Uma vez reativado, o HIV torna-se visível para o sistema imunológico ou para terapias que possam eliminá-lo. Essa fase de “eliminação” é essencial para impedir que o vírus retorne após o fim do tratamento médico. 📌 Em outras palavras: o maior desafio não é combater o HIV, mas encontrá-lo quando está latente — ou seja, escondido. Próximos passos 🔮 Nos testes laboratoriais, a estratégia foi eficaz tanto em células cultivadas quanto em amostras de sangue de pessoas com HIV. Se essa etapa for bem-sucedida, o objetivo é iniciar ensaios clínicos em humanos, nos quais serão avaliados a segurança e a eficácia da abordagem. PS: Para quem quiser se aprofundar, aqui está o artigo científico original. Fonte: https://healthtimes.beehiiv.com

Oposição a Contribuição Assistencial – Beneficência Portuguesa 2025-2026

📢 Atenção, trabalhadores da Beneficência Portuguesa Está aberto o prazo para oposição à contribuição assistencial da Convenção Coletiva 2025/2026. 🗓 Prazo: De 27 de junho à 11 de julho de 2025 📌 Como fazer?Basta acessar o link, preencher o formulário e seguir as instruções: 🔗 Veja mais no site: https://sinsauderiopreto.org.br/beneficenciaportuguesa-2025/ 📩 O protocolo da oposição será enviado automaticamente para o e-mail informado no preenchimento. ⚠ Importante: Associados ao sindicato NÃO sofrem desconto da contribuição assistencial.

Oposição a Contribuição Assistencial – Santa Casa de Rio Preto 2025-2026

📢 Atenção, trabalhadores da Santa Casa de Rio Preto Está aberto o prazo para oposição à contribuição assistencial da Convenção Coletiva 2025/2026. 🗓 Prazo: De 27 de junho à 11 de julho de 2025 📌 Como fazer?Basta acessar o link, preencher o formulário e seguir as instruções: 🔗 Veja mais no site: https://sinsauderiopreto.org.br/santacasarp-2025/ 📩 O protocolo da oposição será enviado automaticamente para o e-mail informado no preenchimento. ⚠ Importante: Associados ao sindicato NÃO sofrem desconto da contribuição assistencial.

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