Congresso derruba vetos e teste toxicológico será obrigado para 1ª CNH

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (4) o veto a quatro dispositivos da Lei 15.153, de 2025, que alterou normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) sobre habilitação e transferência de veículos. Com a rejeição aos vetos, condutores das categorias A e B (para motos e carros) serão obrigados a apresentar exame toxicológico negativo para obter a primeira habilitação.  O exame toxicológico já era obrigatório para motoristas das categorias C, D e E, que dirigem veículos de carga e transporte coletivo.  Também passa a vigorar a norma que autoriza clínicas médicas de exame de aptidão física e mental a atuar como postos de coleta laboratorial para exames toxicológicos.   Foi mantido o veto à proibição de empresas do setor automotivo de fornecer plataformas de assinatura eletrônica. Os trechos dos vetos derrubados seguem para promulgação. A lei deriva do PL 3.965/2021, da Câmara dos Deputados, que os senadores aprovaram em dezembro de 2024. O texto permite o uso de recursos de multas no custeio da habilitação de condutores de baixa renda, cria regras para transferência eletrônica de veículos e ajusta a exigência de exame toxicológico para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A Lei 15.153, de 2025, passa a valer na data de sua publicação. Deputados e senadores decidiram derrubar o veto à cláusula de vigência imediata, que o Ministério dos Transportes considerou inadequado para garantir a implementação das mudanças no Código de Trânsito. Sem o veto, a lei teria seguido o prazo padrão de 45 dias após a publicação oficial, conforme previsto na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB).  Fonte: Agência Senado

Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência: por que essa data exige atitude o ano todo

O Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro, é muito mais do que uma data no calendário. Criado pela ONU em 1992, ele reforça a importância de garantir direitos, acessibilidade e participação plena das pessoas com deficiência em todas as esferas da sociedade. Mais do que campanhas pontuais, essa é uma oportunidade de olhar para o capacitismo — o preconceito e a discriminação contra pessoas com deficiência — e questionar atitudes, espaços e políticas públicas que ainda excluem. O que é o Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência? O Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência é uma data instituída pela Organização das Nações Unidas para promover a conscientização sobre os direitos e a inclusão das pessoas com deficiência. Ele é celebrado todos os anos em 3 de dezembro e está alinhado a tratados internacionais de direitos humanos e a agendas globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que reforçam o princípio de “não deixar ninguém para trás”. No Brasil, essa pauta se conecta diretamente com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira de Inclusão, Lei 13.146/2015), que estabelece deveres do poder público, da sociedade e da família na garantia de acessibilidade, autonomia e participação social. Por que “luta” e não apenas “dia da pessoa com deficiência”? O uso da palavra “luta” não é por acaso. Ele lembra que pessoas com deficiência ainda enfrentam: Falar em “luta” é reconhecer que a inclusão não é um favor: é um direito garantido por lei e um compromisso ético de toda a sociedade. Capacitismo: o preconceito que muitas vezes passa despercebido Capacitismo é a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência, muitas vezes baseado na ideia de que há um “corpo padrão” ou uma “forma correta” de ser e existir. Ele aparece em frases como “nossa, você é um exemplo de superação” para tarefas cotidianas, em piadas com deficiência, na exclusão de processos seletivos ou até na falta de acessibilidade mínima em espaços públicos e privados. Combater o capacitismo envolve: Como transformar a data em ações concretas Mais do que posts em redes sociais no dia 3 de dezembro, a luta por direitos deve se traduzir em atitudes práticas ao longo de todo o ano. Algumas formas de contribuir: 1. Rever espaços e serviços 2. Promover informação e formação 3. Dar protagonismo às pessoas com deficiência A luta é coletiva O Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência lembra que essa agenda não é “tema de nicho”, mas uma questão de direitos humanos. Quando a sociedade se organiza para eliminar barreiras, avança não só para um grupo específico, mas para todas as pessoas. Mais do que comemorar a data, o convite é: como você, sua instituição ou seu negócio podem ser agentes ativos nessa transformação?

Dia Mundial de Luta contra a Aids: por que 1º de dezembro ainda importa tanto

O Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado em 1º de dezembro desde 1988, é uma das principais datas globais de mobilização em saúde. Mais do que uma lembrança simbólica, é um chamado anual para olhar de frente para o HIV, combater o preconceito e reforçar o compromisso com a prevenção, o diagnóstico e o tratamento acessíveis a todas as pessoas. Ao longo dos anos, a data ganhou temas que ajudam a guiar campanhas e debates. Em 2024, o lema global foi “Take the rights path” (Siga o caminho dos direitos), reforçando que só será possível acabar com a Aids como ameaça à saúde pública se os direitos humanos forem respeitados e protegidos. Já em 2025, a OMS destaca a necessidade de “superar a desorganização e transformar a resposta à Aids”, frente a cortes de financiamento e desigualdades que ameaçam os avanços conquistados. Os números mostram por que essa mobilização ainda é urgente. Em 2024, cerca de 40,8 milhões de pessoas viviam com HIV no mundo. No mesmo ano, aproximadamente 1,3 milhão de pessoas foram infectadas e cerca de 630 mil morreram por doenças relacionadas à Aids. Apesar da enorme evolução dos tratamentos, a epidemia está longe de ter acabado – e ainda é marcada por desigualdade: mulheres e meninas representam mais da metade das pessoas vivendo com HIV. Se por um lado a ciência avançou, por outro o contexto global traz novos desafios. Relatórios recentes da ONU alertam para cortes significativos em programas de prevenção, testagem e tratamento em vários países, o que ameaça metas como acabar com a Aids como problema de saúde pública até 2030. Sem financiamento adequado, milhões podem perder acesso a serviços essenciais, como profilaxia pré-exposição (PrEP), preservativos, testagem rápida e acompanhamento contínuo. No Brasil e no mundo, o estigma ainda é um dos maiores obstáculos. Muitas pessoas deixam de fazer o teste por medo do julgamento da família, de colegas de trabalho ou até de profissionais de saúde. Esse atraso no diagnóstico piora a qualidade de vida, aumenta o risco de transmissão e alimenta um ciclo silencioso de desinformação. Combater o preconceito é tão importante quanto distribuir medicamentos — e o Dia Mundial de Luta contra a Aids é um palco estratégico para esse debate. Também é fundamental lembrar que viver com HIV hoje não é o mesmo que há 30 ou 40 anos. Com o tratamento adequado, é possível ter qualidade de vida, envelhecer, trabalhar, estudar, amar e planejar o futuro. Pessoas que seguem o tratamento podem atingir a chamada carga viral indetectável, o que significa que o vírus não é encontrado nos exames e não é transmitido por via sexual (o princípio “Indetectável = Intransmissível”, ou I=I). Essa informação, quando divulgada corretamente, reduz medos e preconceitos e fortalece a adesão ao cuidado. A prevenção hoje é combinada: vai muito além do preservativo. Inclui testagem regular, a profilaxia pré-exposição (PrEP), a profilaxia pós-exposição (PEP), o tratamento das pessoas que já vivem com HIV, o acesso à informação de qualidade e políticas que garantam direitos, acolhimento e proteção às populações mais vulneráveis. Em outras palavras, prevenir HIV não é só uma questão individual, mas também social e política. Nesse cenário, comunidades e organizações da sociedade civil têm papel decisivo. Foram elas que, desde o início da epidemia, pressionaram por medicamentos, lutaram contra o estigma e criaram redes de apoio. Até hoje, grupos de pessoas vivendo com HIV, coletivos LGBTI+, movimentos de mulheres, juventudes e organizações comunitárias são protagonistas na construção de estratégias que funcionam na prática, falando a linguagem das pessoas e chegando onde o Estado muitas vezes não chega. O Dia Mundial de Luta contra a Aids, portanto, não é apenas uma data de lembrança: é um convite à ação. É o momento de reforçar campanhas de testagem, ampliar o diálogo em escolas, empresas e serviços de saúde, lembrar das vidas perdidas e, ao mesmo tempo, celebrar cada conquista da ciência, da política e dos movimentos sociais. Cada 1º de dezembro é um lembrete de que a Aids não acabou — mas também de que sabemos o caminho para vencê-la: direitos humanos, financiamento adequado, ciência, informação e respeito. Ao olhar para frente, a mensagem central é clara: ninguém pode ficar para trás. Garantir acesso universal à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento, com acolhimento e sem discriminação, é a única forma de transformar números em vidas protegidas. O mundo já mostrou que é possível reduzir infecções e mortes. Agora, o desafio é não perder o ritmo — e o Dia Mundial de Luta contra a Aids segue sendo um ponto de partida, ano após ano, para renovar esse compromisso coletivo.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do SINDICATO DOS AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM E EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SINSAÚDE RIO PRETO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias (Artigo 13º, § 2º, I e § 5º, do Estatuto) e por meio do presente edital, CONSIDERANDO a previsão do art. 8º, III e art. 9º, ambos da Constituição Federal; CONSIDERANDO o resultado infrutífero do procedimento de mediação realizado perante o Ministério Público do Trabalho da 15ª Região – MPT15; CONSIDERANDO o esgotamento, por parte deste Sindicato laboral, de todas as tentativas de conversação e negociação junto à empresa – as quais envolveram reuniões, tentativa de mediação e demais instrumentos utilizados -; CONSIDERANDO que, face ao reiterado interesse dos trabalhadores e do Sindicato na solução dos litígios, a empresa respondeu com a demissão de vários trabalhadores envolvidos na mobilização, em clara retaliação ao movimento reivindicatório e evidente ataque à liberdade sindical e ao direito de organização de todos os funcionários da empresa; CONVOCA todos os profissionais integrantes da categoria, associados ou não ao Sindicato, empregados pelo H. B. Saúde Prestação de Serviços Médicos Ltda., situado na Avenida Anísio Haddad, nº 7195, Bairro Universitário, CEP 15090-365, São José do Rio Preto/SP, CNPJ 07.179.361/0031-01, para reunirem-se em Assembleia Geral Extraordinária a realizar-se às 17h30 do dia 02 de dezembro de 2025, caso se verifique o quórum de instalação de metade mais um dos empregados ou em segunda convocação meia hora após, às 18h00, com qualquer número de presentes, conforme Art. 12 do Estatuto Social, na sede do Sindicato, sito na Rua Imperial, nº 843, Vila Imperial, São José do Rio Preto/SP, para discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1) Apresentação e discussão sobre as condições de trabalho e as negociações realizadas com o H. B. Saúde Prestação de Serviços Médicos Ltda.; 2) Apresentação e discussão sobre a situação dos trabalhadores demitidos em retaliação ao movimento reivindicatório; 3) Deliberação sobre a deflagração de greve, conforme Lei nº 7.783/1989; 4) Discussão sobre a manutenção dos serviços essenciais, com formação de escala mínima de atendimento, em consonância com as exigências legais; 5) Eleição de representantes para compor a comissão de greve composta por três membros, em caso de sua aprovação; 6) Outros assuntos de interesse da categoria relacionados às deliberações supracitadas. O presente edital está sendo divulgado conforme os preceitos legais e estatutários, assegurando o direito pleno de participação a todos os trabalhadores convocados. São José do Rio Preto, 29 de novembro de 2025. Reinaldo Dalur de Souza Diretor Presidente

Rio Preto promove nova etapa do Sábado com Vacina

Sete unidades básicas de saúde estarão abertas em 29/11, das 8h às 13h, e o CCZ, das 8h às 14h A Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Saúde, promove a 11ª etapa da campanha Sábado com Vacina, realizada no dia 29/11, em sete unidades básicas de saúde e no Centro de Controle de Zoonoses. Vacinação para toda a família As UBSs que estarão abertas no sábado são: Estoril, João Paulo II/Jaguaré, Parque Industrial, Solo Sagrado, Santo Antonio, São Deocleciano e Vetorazzo. Toda a família poderá se vacinar das 8h às 13h, apresentando os documentos pessoais e a carteira de vacinação. Todos os imunizantes que fazem parte do Calendário de Vacinação do SUS estarão disponíveis, incluindo vacinas contra meningite, HPV, dengue, gripe, Covid, entre outras. Confira aqui o endereço das unidades Novembro Azul Encerrando a campanha Novembro Azul, de conscientização ao câncer de próstata, as unidades abertas no sábado vão intensificar a coleta do exame PSA para os homens que forem às unidades para vacinação ou acompanhar familiares. O exame PSA faz parte do diagnóstico do câncer de próstata e deve ser feito anualmente por homens a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos com critérios de risco, como: familiares de primeiro grau com histórico da doença, homens obesos ou homens negros. Vacinação para cães e gatos No sábado, a equipe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) estará em três pontos da cidade: UBS Parque Industrial, UBS Solo Sagrado e sede do serviço, na rua Projetada 2, 1721, na estância Jockey Club.  Tanto nas unidades de saúde quanto no prédio do CCZ, serão ofertadas vacinas antirrábicas para cães e gatos, a partir dos três meses de vida, além de avaliação de leishmaniose em cães e esporotricose em gatos. Nas unidades, o horário será das 8h às 12h, enquanto o Zoonoses funcionará das 8h às 14h. Para passar pelos serviços, é necessário apresentar documento de identificação e comprovante de residência. O atendimento será realizado por ordem de chegada. A vacina contra raiva deve ser reaplicada nos animais anualmente, garantindo proteção contra a doença.  A UBS Parque Industrial fica na Rua Expedicionários, nº 1.541, Parque Industrial, enquanto a UBS Solo Sagrado fica na Rua Beatriz da Conceição, nº 406, no Solo Sagrado. fonte: https://www.riopreto.sp.gov.br

Dia Nacional de Combate ao Câncer: por que essa data importa para todos nós

O que é o Dia Nacional de Combate ao Câncer No Brasil, o Dia Nacional de Combate ao Câncer é lembrado em 27 de novembro. A data foi instituída pela Portaria do Ministério da Saúde GM nº 707, de dezembro de 1988, com o objetivo de mobilizar a população para os aspectos educativos e sociais no controle da doença, especialmente a prevenção e o diagnóstico precoce. Mais do que uma data no calendário, é um convite coletivo para falar abertamente sobre câncer, combater o medo com informação de qualidade e reforçar que, em muitos casos, é possível prevenir, detectar cedo e tratar com sucesso. O cenário do câncer no Brasil hoje O câncer é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo e no Brasil. Trata-se de um conjunto de mais de 100 doenças caracterizadas pelo crescimento desordenado de células que podem invadir tecidos e órgãos e se espalhar para outras partes do corpo. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deve registrar cerca de 704 mil novos casos de câncer por ano no triênio de 2023 a 2025. Entre os tipos mais incidentes, destacam-se: Projeções indicam que, se nada mudar, o Brasil pode se aproximar de 1 milhão de novos diagnósticos de câncer por ano até 2040, impulsionados pelo envelhecimento da população, mudanças no estilo de vida e fatores ambientais. Os números impressionam, mas eles também mostram algo importante: há espaço para agir. Parte desses casos poderia ser evitada com medidas de prevenção e hábitos mais saudáveis, além do acesso a serviços de saúde e exames de rastreamento. Fatores de risco que podemos mudar Alguns fatores de risco não podem ser controlados, como idade e predisposição genética. No entanto, uma parcela significativa dos casos de câncer está associada a fatores que podem ser modificados ao longo da vida. Entre eles: Ao mesmo tempo, existem fatores de proteção que reduzem o risco: manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regular, não fumar, evitar o consumo abusivo de álcool, proteger-se do sol e manter as vacinas em dia (como a vacina contra o HPV e contra a hepatite B, relacionadas à prevenção de alguns tipos de câncer). Prevenção e diagnóstico precoce na prática Falar em prevenção não é apenas repetir recomendações genéricas. É traduzir isso em ações concretas no dia a dia: 1. Cuidar do corpo e da rotina 2. Fazer exames de rotina e rastreamento O diagnóstico precoce é decisivo para aumentar as chances de cura. Em muitos casos, quando o câncer é identificado em estágios iniciais, o tratamento é menos agressivo e com mais possibilidades de sucesso. Entre as estratégias de rastreamento adotadas no Brasil, conforme diretrizes do Ministério da Saúde e do INCA (que podem variar conforme idade, sexo e histórico familiar), estão: É fundamental reforçar: somente profissionais de saúde podem indicar os exames certos para cada pessoa, levando em conta idade, histórico e condições de saúde. Em caso de dúvida, a orientação é procurar uma unidade de saúde, de preferência o serviço de referência do SUS. Aspectos sociais, emocionais e direitos do paciente Combater o câncer não é apenas tratar o tumor. É também: Campanhas como o Dia Nacional de Combate ao Câncer ajudam a reduzir o estigma, dar visibilidade à causa e fortalecer a cobrança por políticas públicas, estrutura adequada de atendimento e suporte aos profissionais que atuam diretamente com pacientes oncológicos. Como cada pessoa pode fazer a sua parte O Dia Nacional de Combate ao Câncer é uma oportunidade para atitudes muito simples, mas poderosas: Mais do que uma data, 27 de novembro nos lembra que câncer não é apenas um número de estatística: são vidas, histórias, famílias e comunidades inteiras impactadas. E justamente por isso, cada gesto de prevenção, cada exame feito na hora certa e cada palavra de apoio fazem diferença. Cuidar hoje é uma forma concreta de salvar vidas amanhã.

COMUNICADO IMPORTANTE

Chegou ao conhecimento do SINSAÚDE Rio Preto que uma pessoa, se passando por representante do Sindicato, esteve em um hospital desta cidade oferecendo e vendendo produtos/serviços aos trabalhadores. O SINSAÚDE esclarece que NÃO conhece tal pessoa e reafirma que NÃO vende, NÃO comercializa e NÃO oferece qualquer tipo de produto ou serviço fora de sua sede. Nossos atendimentos e serviços são realizados exclusivamente em nossos canais oficiais e em ações devidamente divulgadas pelo Sindicato. Diante disso, orientamos: O Sindicato já está adotando as providências cabíveis para proteger os trabalhadores e a imagem da entidade. Dúvidas, fale com o Sindicato:📲 (17) 99794-8476☎️ (17) 3211-2525 📌 Horário de Atendimento do SinSaúde🕗 Segunda a sexta-feira⏰ Manhã: 08h às 11h30⏰ Tarde: 12h30 às 17h 📍 Endereço: Rua Imperial, 843 – Vila Imperial – São José do Rio Preto/SP.

Lei garante fisioterapia no SUS a pacientes que retirarem mama

A assistência fisioterapêutica a pacientes submetidas à retirada da mama agora é garantida por lei. Sancionada na sexta-feira (21) pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, a Lei 15.267, de 2025 determina que o Sistema Único de Saúde (SUS) forneça fisioterapia às pessoas submetidas à mastectomia, cirurgia de remoção parcial ou total da mama, utilizada no tratamento de câncer. A lei foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), que ocorreu nesta segunda-feira (24) e sua aplicação terá início em 180 dias. Atualmente, a Lei 9.797, de 1999, garante às mulheres submetidas à mastectomia o direito à cirurgia plástica reconstrutiva. A nova lei amplia esse direito, incluindo a fisioterapia pelo SUS, quando indicada pelo médico, tanto para mulheres quanto para homens em tratamento de câncer de mama. A norma teve origem no Projeto de Lei (PL) 3.436/2021, do ex-deputado Francisco Jr. (GO) e da deputada Maria Rosas (Republicanos-SP). No Senado, o texto final foi aprovado no final de outubro, com relatório favorável do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR).  Em seu voto, Mecias de Jesus explicou que a fisioterapia é essencial para prevenir e tratar sequelas da cirurgia, como dor crônica, inchaço por acúmulo de líquido, limitação de movimento do ombro, cicatrizes aderidas e perda de força na região. Ele destacou que, embora a integralidade da assistência seja princípio do SUS, a falta de previsão legal específica dificulta o acesso efetivo à fisioterapia. Com a incorporação do direito à lei, o projeto reforça a obrigatoriedade do serviço pelo poder público, contribuindo para a reabilitação e qualidade de vida dos pacientes. “A medida fortalece a política pública de atenção oncológica e valoriza uma abordagem mais humanizada e eficaz no tratamento do câncer de mama”, apontou o senador. Fonte: Agência Senado

Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue: um gesto que salva vidas todos os dias

O Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, celebrado em 25 de novembro, é uma data para agradecer a quem doa e, ao mesmo tempo, lembrar que a vida de milhares de pessoas depende desse ato de solidariedade. Mais do que uma campanha pontual, a doação de sangue é um compromisso coletivo com a saúde, a dignidade e a continuidade da vida. Ao longo do ano, hospitais, hemocentros e serviços de saúde enfrentam oscilações nos estoques de sangue. Em datas festivas, férias e períodos de maior circulação nas estradas, aumenta o risco de acidentes e cirurgias de urgência, enquanto o número de doadores costuma cair. Por isso, a figura do doador voluntário e regular é tão essencial: é ele quem ajuda a manter os bancos de sangue em níveis seguros, evitando que pacientes fiquem sem atendimento. Por que o Dia Nacional do Doador de Sangue é tão importante? Essa data existe para: Cada bolsa de sangue é usada em diferentes situações: cirurgias, transplantes, tratamentos de câncer, anemias graves, hemorragias, complicações de parto, acidentes de trânsito, entre outras. Ou seja, mesmo que você não veja, sua doação costuma chegar a pessoas em momentos decisivos da vida. Quem pode doar sangue? As regras podem ter pequenas variações conforme o serviço de hemoterapia, mas, em geral, pode doar quem: Antes da doação, toda pessoa passa por uma triagem clínica, com medição de pressão, avaliação rápida da saúde, questionário sigiloso e teste de anemia. Isso protege tanto o doador quanto o receptor, garantindo mais segurança em todo o processo. Mitos e verdades sobre a doação de sangue Ainda existem dúvidas e receios que afastam muitos possíveis doadores. Alguns exemplos: “Doar sangue afraquece o organismo.”Mito. O organismo se recompõe rapidamente, e o volume de sangue doado é calculado para não causar prejuízos à saúde. “Posso engordar ou emagrecer por doar sangue.”Mito. A doação não interfere no peso corporal. O que pode mudar é a sensação de bem-estar por ter ajudado alguém. “Doar sangue é perigoso.”Mito. Todo o processo é feito com material descartável e esterilizado, seguindo normas rigorosas de segurança. “Quem tem tatuagem não pode doar.”Parcialmente mito. Em geral, é necessário aguardar um período após fazer tatuagem ou piercing (normalmente 6 a 12 meses), mas depois desse prazo a doação é possível, se estiver tudo bem com a saúde. Combater esses mitos é fundamental para ampliar o número de doadores regulares e tornar a doação parte da rotina de mais pessoas. O impacto de uma única doação Uma única doação de sangue pode ajudar até quatro pessoas, porque o sangue coletado é separado em diferentes componentes: Cada um desses componentes é direcionado a um tipo de necessidade clínica, maximizando o efeito da doação. Por isso se diz que doar sangue é multiplicar vidas. Além do impacto individual, existe um efeito coletivo: estoques estáveis significam menos cancelamento de cirurgias, mais segurança em atendimentos de urgência e mais tranquilidade para equipes de saúde e familiares dos pacientes. Como se preparar para doar sangue Para que a doação seja tranquila e segura, alguns cuidados simples fazem diferença: Depois da doação, é importante ingerir bastante líquido, evitar esforço físico intenso no mesmo dia e seguir as orientações da equipe de saúde. Em pouco tempo, o corpo recompõe o volume de sangue doado. Muito além de uma data: um compromisso contínuo O Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue não é apenas uma homenagem, mas um chamado para transformar gratidão em ação. A data serve de alerta: a necessidade de sangue é diária, não acontece só em campanhas e emergências divulgadas na mídia. Ser doador regular significa voltar periodicamente ao hemocentro, respeitando o intervalo mínimo entre as doações (que é diferente para homens e mulheres), e fazer disso um gesto natural de cuidado com o próximo. Em um país com tantos desafios na saúde, cada pessoa que se dispõe a doar sangue ajuda a construir um sistema mais humano, solidário e eficiente. Ao agradecer quem já doa, também convidamos quem ainda não doou a dar o primeiro passo. Afinal, para quem recebe, aquela bolsa de sangue não é apenas um gesto: é uma nova chance de viver.

Dia da Consciência Negra: não é só uma data, é um compromisso diário

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, é muito mais do que uma homenagem. É um convite firme à reflexão sobre o Brasil que somos e o Brasil que queremos construir. Falar de consciência negra é reconhecer a história de luta, resistência e contribuição do povo negro na formação do nosso país, mas também encarar de frente as desigualdades que ainda persistem. A população negra está na base de muitos dos trabalhos essenciais que mantêm o Brasil funcionando. São homens e mulheres que atuam na saúde, na limpeza, na educação, nos serviços, no cuidado com outras pessoas. Estão nas linhas de frente, mas nem sempre são reconhecidos, respeitados ou representados em espaços de poder e decisão. Isso não é coincidência: é o resultado de séculos de escravidão, racismo estrutural e oportunidades negadas. Para o presidente do SinSaúde Rio Preto, Reinaldo Dalur, essa data reforça um compromisso que precisa ser permanente: “Como sindicato, temos o dever de denunciar qualquer forma de discriminação e de apoiar os trabalhadores e trabalhadoras negros na defesa de seus direitos e da sua dignidade. O Dia da Consciência Negra nos lembra que não há justiça social nem valorização do trabalho sem o enfrentamento firme ao racismo em todas as suas formas.” Quando falamos em racismo, não estamos falando apenas de ofensas diretas ou atitudes explícitas. Ele também aparece nas “brincadeiras” que diminuem, nos olhares desconfiados, nas piadas com o cabelo, a cor da pele ou a forma de falar. Aparece quando pessoas negras ganham menos, têm menos acesso a estudo, cultura, lazer, saúde de qualidade e oportunidades de crescimento profissional. Fica evidente quando ainda é preciso provar o óbvio: vidas negras importam. Ter consciência negra é entender que o combate ao racismo não é responsabilidade apenas de quem sofre com ele. É um compromisso de toda a sociedade. Significa rever atitudes, escutar mais, respeitar trajetórias e reconhecer talentos. Significa não se calar diante de uma injustiça, de uma fala preconceituosa, de uma situação de discriminação, seja no trabalho, na rua, no atendimento, dentro de casa ou nas redes sociais. Também é fundamental valorizar a cultura negra em todas as suas expressões: na música, na religião, na culinária, na arte, na moda, na linguagem. Muito do que chamamos de “jeito brasileiro” nasceu da criatividade, da força e da resistência do povo negro. Celebrar isso é resgatar uma história apagada por muito tempo, que merece ser contada com orgulho e respeito. Neste Dia da Consciência Negra, o convite é para olhar ao redor e perceber: quantas pessoas negras estão em posições de destaque? Quem está sendo ouvido nas decisões importantes? De que maneira o racismo pode estar presente, ainda que de forma silenciosa, no nosso ambiente de trabalho, na nossa convivência diária e nas nossas relações? Mais do que postar uma frase bonita, é hora de assumir comprometimentos reais: apoiar políticas de inclusão, estimular a diversidade, criar espaços seguros para denúncias de racismo, investir em formação e informação, abrir portas e derrubar barreiras. Pequenas ações, somadas, têm um impacto profundo na construção de um ambiente mais justo, acolhedor e igualitário. Que o 20 de novembro não seja apenas uma data no calendário, mas um marco de mudança de postura. Que possamos aprender com a história, honrar quem resistiu e segue resistindo, e caminhar para um futuro em que todas as pessoas, independentemente da cor da pele, tenham seus direitos respeitados e suas potencialidades reconhecidas. Consciência negra é lembrar, respeitar e agir. Hoje e todos os dias.

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