Dormir mal pode aumentar o risco de mais de 170 doenças

Se você é do tipo que gosta de virar a noite em festas ou maratonar séries na Netflix… Temos uma notícia ruim. Segundo um estudo publicado na revista Health Data Science, a desregulação do sono pode ser um fator de risco para até 172 tipos de doenças diferentes. Sobre a pesquisa Foram analisados dados de 88.461 adultos do UK Biobank, um grande banco de dados britânico de saúde populacional. Com esses dados objetivos, avaliaram a associação entre irregularidades no sono e o desenvolvimento de diversos tipos de patologias. Por fim, foram realizadas análises estatísticas para estimar o risco relativo de cada condição em função dos hábitos de sono. Falando sobre a importância fisiológica do sono… Ele é um processo biológico essencial para a recuperação física, o equilíbrio hormonal e a consolidação da memória. 🩺 Durante o sono profundo, o corpo regula funções como o metabolismo, a pressão arterial e o sistema imunológico. Dormir pouco compromete esses mecanismos, favorecendo inflamações e desequilíbrios hormonais, o que eleva o risco de diversas doenças, como: Além disso, dormir mal afeta o controle emocional, a capacidade de raciocínio e o julgamento, podendo agravar problemas de saúde mental. A situação no BrasilSegundo a Pesquisa Nacional de Saúde, em 2019 aproximadamente 35% da população brasileira sofria de algum distúrbio de sono. Já uma pesquisa mais recente, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz em 2023, mostrou que esse percentual dobrou, atingindo cerca de 72%. Embora não haja consenso sobre as causas desse aumento, muitos especialistas apontam os anos de pandemia como um possível fator decisivo. Como melhorar o sonoManter horários regulares para dormir e acordar ajuda a sincronizar o ritmo circadiano, favorecendo um sono mais profundo. Além disso: Reduzir a exposição à luz azul das telas à noite favorece a produção de melatonina, hormônio essencial para induzir o sono; Caso nada disso funcione, é importante buscar ajuda médica, distúrbios de sono podem, sim, ser tratados. PS: Aos que quiserem se aprofundar no assunto, aqui está o estudo completo. Fonte: https://healthtimes.beehiiv.com

error: O conteúdo está protegido!