Saúde amplia testes para profissionais de saúde e segurança.

publicado em: 25/03/2020 COMBATE AO COVID-19 O volume é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. Nos próximos três meses a pasta irá ampliar de 168 para 500 as unidades da Rede Sentinela no país para acompanhamento da doença O Ministério da Saúde está ampliando para 22,9 milhões o número de testes que serão distribuídos para diagnosticar o Covid-19 no Brasil. Serão entregues ao Ministério da Saúde dois tipos diferentes de testes: aqueles que detectam o vírus na amostra (RT-PCR) e outros que verificam a resposta do organismo ao vírus (teste rápido de sorologia, quando são verificados os anticorpos, na resposta imunológica do corpo ao microorganismo invasor). Neste momento, o ministério definiu a aplicação dos testes em profissionais de saúde e de segurança, além da verificação dos casos graves e óbitos. Leia também: Coronavírus: 46 mortes e 2.201 casos confirmados Um novo protocolo está sendo definido para testar os casos mais leves nos postos de saúde ou unidades volantes. A ideia é utilizar a estratégia para cidades com mais de 500 mil habitantes e pode ser uma ferramenta, por exemplo, para conter surtos, isolando os pacientes infectados pelo Covid-19. Nos próximos três meses, ainda, o Ministério da Saúde irá ampliar a Rede Sentinela de Vigilância de Síndrome Gripal, que monitora a doença no país. A expectativa é que o número de estabelecimentos que fazem a coleta de amostras para vigilância aumente de 168 para 500 unidades em todos os estados.  As ações visam garantir resposta adequada à emergência. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, reforçou o esforço do governo brasileiro para aquisição de testes para diagnóstico de coronavírus em um cenário de pandemia. “É um esforço hercúlio. Estamos passando por uma pandemia, possivelmente a pior do século. O processo dos testes está em construção. Estamos buscando toda a disponibilidade de testes no mercado internacional. No território nacional, estamos usando toda a capacidade instalada, negociando com a Embrapa, com o Ministério da Agricultura, com a Polícia Federal para que emprestem suas máquinas e, assim, a gente possa rodar o maior número de testes”, destacou o secretário. O volume de testes adquiridos é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. A iniciativa busca adequar à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de testar para isolar os casos da doença. Até o momento, 32,5 mil testes já foram distribuídos na rede pública de saúde em todo o país. Para o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, com a ampliação da testagem, o Brasil terá a oportunidade de identificar cada vez mais casos de coronavírus e, com isso, adotar medidas para isolamento e consequente diminuição da transmissão. “Testando mais pessoas, o Brasil será o país que provavelmente terá o maior número de casos confirmados de coronavírus porque será o que vai chegar mais próximo do número real de infectados”, disse o secretário de Vigilância em Saúde. SOBRES OS TESTESPara identificar o coronavírus são utilizados dois métodos diferentes de testes e ambos são rápidos. Contudo, um deles (RT-PCR em tempo real) necessita que o exame seja realizado em laboratório com uso de equipamentos. O segundo, é um teste rápido sorológico para detecção de anticorpos (IgM/IgG) e pode ser feito até mesmo nos postos de saúde ou unidades volantes.  1 – RT-PCR (biologia molecular) – o teste identifica o vírus no período em que está agindo no organismo. Desse tipo, foram comprados ou doados 14,9 milhões de testes, sendo 3 milhões adquiridos por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); 1,3 milhão comprado de empresas privadas; 600 mil de doação da Petrobrás; e 10 milhões, que ainda estão em negociação e deverão ser adquiridos no mercado nacional e internacional. O uso desses testes é feito para diagnosticar casos graves internados. Além disso é utilizado na Rede Sentinela, ou seja, para acompanhar a evolução da doença no Brasil, como os sintomas dos casos mais graves associados ao vírus. Assim, para a vigilância, os testes são feitos em casos graves e amostragem de casos leves, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).  2 – Testes rápidos (sorologia) – o teste verifica a resposta do sistema imunológico ao vírus. Desse tipo, foram doados pela Vale do Rio Doce (5 milhões) e outros 3 milhões de testes foram comprados por meio da Fiocruz. Eles serão utilizados entre os profissionais de saúde e segurança para garantir a segurança e proteção deles.  Da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

Além de longas jornadas, enfermeiras enfrentam falta de protocolo e de equipamentos de proteção

publicado em: 25/03/2020 Pandemia COVID-19 Nos treinamentos que recebeu nos últimos dias sobre o atendimento a pacientes com suspeita de coronavírus, uma enfermeira do Hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) foi informada de que um dos equipamentos de proteção, a máscara N95 (cujo filtro bloqueia até 95% das partículas em suspensão), terá uso restrito.  “Fomos orientadas a utilizar a máscara por sete dias, o que eu achei um absurdo. Segundo o fabricante, é por período. Vamos ter que guardar a nossa máscara e trocar a cada semana. Se não tiver nenhum dano, a gente vai permanecer com ela”, diz a enfermeira, cuja identidade será preservada pela reportagem. A validade dessa máscara, de maior proteção que a cirúrgica, varia de acordo com cada situação e cada fabricante. Ela deve ser guardada em sacos de papel ou de plástico (desde que furados) e, dependendo da condição em que seja usada, deve ser descartada imediatamente, segundo um dos fabricantes. Com tantas variáveis em uma situação de pandemia e quase 2 milhões de profissionais de enfermagem distribuídos pelo país, as dúvidas sobre protocolos são um dos problemas enfrentados pela classe no Brasil. No país, 84,7% dos auxiliares e técnicos de enfermagem são mulheres. Entre os profissionais com ensino superior, elas são 86,2%, segundo a Pesquisa Perfil da Enfermagem, do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). [ x ]O Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro denunciou na semana passada a falta de um “protocolo de orientação, capaz de disciplinar a utilização e o descarte dos equipamentos”, com exceção feita a um hospital da rede federal, que já possui as normas. A entidade também afirma que faltam máscaras cirúrgicas e N95, álcool em gel e até mesmo sabão e papel. “Enfermeiros e trabalhadores da saúde estão com déficit de equipamento de proteção individual (EPI). Precisamos de um protocolo do poder público sobre o que vai ser feito nas unidades básicas e nas redes de emergência”, diz Líbia Bellusci, vice-presidente do sindicato. “O que dá medo é a nossa saturação mental e física. Nós já trabalhamos em um ambiente bem estressante e, com uma doença tão perigosa, a insegurança também aumenta. A gente não sabe o que vem por aí”, desabafa a enfermeira, que trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital São Paulo. Procurada, a unidade informou que “todo o corpo de saúde do Hospital São Paulo está devidamente orientado e segue o protocolo de atendimento determinado pelo Ministério da Saúde”. Com o aumento da demanda, a enfermeira do Hospital de São Paulo conta que a orientação é reservar uma área da UTI para pacientes com coronavírus e selecionar enfermeiras só para esses casos, com o objetivo de diminuir a possibilidade de transmissão da doença entre outros pacientes do hospital. “Inevitavelmente a categoria estará na linha de frente, em contato 24 horas com casos suspeitos e confirmados. Nós estamos preocupados e buscando preservar ao máximo os profissionais”, afirma Walkirio Almeida, coordenador do Comitê de Gestão da Crise do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Para o conselho, as principais preocupações com os profissionais de enfermagem são os EPIs, a capacitação para os protocolos determinados pelo Ministério da Saúde e garantir que eles estejam preparados para usar os equipamentos. “Não adianta oferecer equipamentos de proteção e não preparar os profissionais para usá-los corretamente”, diz Almeida. O conselho vai permanecer com sua sede e conselhos regionais abertos para realizar fiscalizações e atender às demand as dos profissionais. Em Pernambuco, enfermeiros que trabalham em unidades de saúde da rede pública ameaçavam entrar em greve. De acordo com o sindicato da classe no estado, faltam equipamentos básicos de proteção, como máscaras e aventais, além de insumos como álcool em gel e sabão. No sábado (21), o Tribunal de Justiça de Pernambuco determinou a suspensão da greve anunciada pelo Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco (SEEPE-PE) sob pena de multa. “Estamos em estado de greve e a paralisação só ocorrerá na falta de EPIs”, diz Ludmila Outtes, presidente do SEEPE. “Infelizmente é comum faltar material: luva, máscara, seringa, agulha. Só que, agora, além da insatisfação, nós corremos risco de vida”, afirma. “Precisamos proteger a nossa vida também. Além disso, é preciso controlar a disseminação. Como a gente atende vários pacientes ao dia, se eu pegar o vírus, vou transmitir para várias pessoas que eu atendo”, completa Outtes. A Secretaria de Saúde do estado afirma que ordenou a compra emergencial de equipamentos de proteção individual e diz que está orientando os profissionais sobre o seu uso. No Rio de Janeiro, a secretaria do estado anunciou, na quarta-feira (18), a compra de 1,5 milhão de máscaras cirúrgicas, 300 mil óculos de proteção e 600 mil aventais. Para a diretora do sindicato dos enfermeiros do estado da Bahia, Tatiane Araújo, a questão das condições profissionais para as enfermeiras inclui, além da estrutura e dos equipamentos, a garantia de horas de descanso. “Uma profissional cansada fica mais propensa a cometer um erro. As unidades de saúde têm que garantir as condições de trabalho. Tudo que a Organização Mundial da Saúde vem divulgando tem que ser cumprido.” Um dos receios da enfermeira entrevistada pela reportagem no Hospital São Paulo é o aumento das dificuldades que as profissionais já sentem na rotina de trabalho, mesmo sem a demanda de pacientes com coronavírus. “Em hospital público sempre há escassez de insumos. Se já está assim, imagine quando começar mesmo o surto de vez. O que esperar?”, questiona. Entre as enfermeiras, as condições de trabalho (como falta de equipamentos adequados) representam 46,8% dos motivos que definem a precarização do trabalho da categoria. Para técnicos e auxiliares de enfermagem, o ritmo e pressão da atividade respondem por outros 51,2%, segundo a pesquisa Precarização do trabalho de enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem nos hospitais públicos, da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Tatiane Araújo, também professora adjunta da Escola de Enfermagem da UFBA e uma das autoras do estudo, lembra que o principal responsável pelo suporte aos casos da epidemia será o serviço público de saúde, já que atende a 75% dos brasileiros. “A pandemia vai … Ler mais

Coronavírus: 25 mortes e 1.546 casos confirmados

publicado em: 23/03/2020 Agora, todos os estados do país possuem casos confirmados da doença. As 25 mortes registradas oficialmente ao Ministério da Saúde estão nos estados de São Paulo (22) e Rio de Janeiro (3). O Brasil registra, neste domingo (22), 1.546 casos confirmados de coronavírus (Covid-19). Com o registro de dois casos no estado de Roraima, agora, todos os estados do país possuem casos registrados da doença. Até o momento, são 25 mortes confirmadas, sendo 22 no estado de São Paulo e três no Rio de Janeiro. As informações sobre casos e óbitos são repassadas pelos estados ao Ministério da Saúde. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu que as pessoas não acreditem em fake news, após um áudio, atribuído a ele, percorrer o país por meio de aplicativo de mensagem. “Não é só o coronavírus que traz problemas para o país. As fake news também! Hoje, tive conhecimento de um áudio que dizem ser com a minha voz, falando várias coisas sobre o vírus. Deixo aqui bem claro: todas as informações que eu for passar para a população serão feitas pelos canais oficias do Ministério da Saúde”, esclareceu. Para combater as Fake News sobre saúde, o Ministério da Saúde, de forma inovadora, disponibiliza um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. O canal não é um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira. Qualquer cidadão pode enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61)99289-4640. Transmissão Comunitária: Na última sexta-feira (20), o Ministério da Saúde reconheceu a transmissão comunitária do coronavírus (Covid-19) em todo o país. É fato que nem todas as regiões apresentam o mesmo nível de transmissão. Nem por isso, a população dessa região deixará de participar do esforço coletivo que passa a ser adotado pelos brasileiros. Assim, a medida é uma estratégia para que todo o Brasil se una contra o vírus. Da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

O que é coronavírus? (COVID-19)

Cuidados que devemos tomar diante dessa Pandemia.  https://coronavirus.saude.gov.br/ O que é coronavírus? (COVID-19)Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19). Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1…  O que você precisa saber e fazer.Como prevenir o contágio:  Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.Evite aglomerações se estiver doente.Mantenha os ambientes bem ventilados.Não compartilhe objetos pessoais. Da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

Nosso reconhecimento, sinceros parabéns a todos os trabalhadores na linha de frente no combate ao Corona vírus.

publicado em: 23/03/2020 Sinceros parabéns e votos de sucesso nestes tempos turbulentos de Corona vírus. Aos porteiros, que recepcionam e orientam os atendimentos; às secretarias, que recebem os pacientes, organizando burocraticamente o atendimento de cada um; aos profissionais que garantem a limpeza e o asseio do ambiente; aos técnicos e auxiliares de enfermagem que mantêm o contato direto com os pacientes; aos enfermeiros ; aos médicos e a todos os funcionários da linha de frente de atendimento e manutenção da rede de saúde nosso reconhecimento, sinceros parabéns e votos de sucesso nestes tempos turbulentos de Corona vírus.

NOTA OFICIAL DO SINDICATO DOS EMPREGADOS DA SAÚDE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SINSAÚDE SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID 19).

publicado em: 20/03/2020 COVID-19 O SINSAÚDE, entidade que tem a representação da categoria dos trabalhadores em estabelecimento de serviços de saúde em São José do Rio Preto e região, preocupado com a saúde e segurança dos profissionais da saúde que se encontram na linha de frente de combate às doenças causadas pelo coronavírus (COVID 19), reproduz a Recomendação nº 57252.2020 de 17/03/2020, editada pelo Ministério Público do Trabalho, através da qual notifica as Instituições e Estabelecimentos Privados que prestam serviços de Saúde, das medidas à serem observadas nas relações de trabalho diante do grave contexto de saúde atualmente enfrentado: “GARANTIR aos profissionais de saúde, transporte, apoio, assistência e demais funções envolvidas no atendimento a potenciais casos de coronavírus – considerados pertencentes aos grupos de maior risco segundo a Occupational and Safety Health Act (OSHA) – a disponibilização de equipamentos de proteção individual e coletiva indicados pelas autoridades de saúde locais, nacionais e internacionais de acordo com as orientações mais atualizadas, tais como: a) profissionais presentes durante o transporte: melhorar a ventilação do veículo para aumentar a troca de ar durante o transporte; limpar e desinfetar todas as superfícies internas do veículo após a realização do transporte; desinfecção com álcool a 70%, hipoclorito de sódio ou outro desinfetante indicado para este fim e seguindo procedimento operacional padrão definido; b) profissionais envolvidos no atendimento e cuidados (especialmente profissionais de saúde): higiene das mãos com preparação alcoólica; óculos de proteção ou protetor facial; máscara cirúrgica; avental impermeável; luvas de procedimento; máscaras N95, FFP2, ou equivalente, quando da realização de procedimentos geradores de aerossóis como, por exemplo, intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais e broncoscopias; 1.a. o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como as máscaras, é apenas uma das medidas de prevenção, não sendo suficiente para garantir a proteção do trabalhador. Medidas como a higienização das mãos com água e sabonete líquido ou preparação alcoólica, antes e após a utilização das máscaras, são essenciais, devendo ser garantido o fornecimento de tais insumos, assim como o treinamento adequado para que o procedimento seja realizado de forma eficaz; 1.b. a máscara deve estar apropriadamente ajustada à face para garantir sua eficácia e reduzir o risco de transmissão, devendo haver a orientação de todos os profissionais sobre como usá-la, removê-la e descartá-la, bem como sobre a higienização das mãos antes e após seu uso. 1.c medidas mais específicas de proteção devem ser adotadas de acordo com os grupos de risco de exposição (muito alto, alto, médio e baixo) e de acordo com diretrizes de autoridades sanitárias nacional e internacionais (ex: OSHA). GARANTIR que as informações sobre higienização, uso e descarte dos materiais de proteção e outros materiais potencialmente contaminados estejam disponíveis e que os profissionais estejam devidamente treinados; CONTACTAR, se e quando necessário, fornecedores para garantir a disponibilidade dos insumos, materiais e equipamentos de proteção dos profissionais envolvidos; CUMPRIR o quanto previsto na RDC nº 20/2014 no transporte de material de material biológico, assegurando que o veículo utilizado para essa finalidade tenha ventilação adequada para aumentar a troca de ar durante o transporte e cuidando para que a limpeza e desinfecção de todas as superfícies internas do veículo após a realização do transporte sejam observadas. A desinfecção pode ser feita com álcool a 70%, hipoclorito de sódio ou outro desinfetante indicado para este fim e seguindo procedimento operacional padrão definido 4.1. Não obstante a RDC 20/2014 permita o transporte terceirizado, devem ser observadas as cautelas previstas naquela norma, não se admitindo que o material biológico coletado seja entregue ao paciente para que este realize o transporte, bem como que seja terceirizada essa atividade para motofretista, motoboy ou estafeta, ante o risco iminente de contaminação destes profissionais; INFORMAR e ALERTAR os trabalhadores, as entidades sindicais e as empresas sobre os riscos de contaminação e propagação, e sobre a importância da organização dos serviços de apoio, transporte e assistência, de modo a garantir as condições mínimas de saúde e segurança dos profissionais envolvidos, nos serviços públicos e privados de saúde, inclusive de saúde do trabalhador (SESMTs). EXPEDIR recomendações, protocolos ou notas técnicas aos SESMTs (Serviços Especializados de Medicina e Segurança do Trabalho) das empresas, para que encaminhem casos suspeitos para imediata análise pelo SUS, não permitindo que haja a continuidade do trabalho em casos de suspeita de contaminação pelo COVID 19. ESTABELECER política de autocuidado para identificação de potenciais sinais e sintomas, com posterior isolamento e contato dos serviços de saúde na identificação de casos suspeitos (fornecer máscaras para o caso suspeito e os demais que tiveram contato ou estiverem realizando seu atendimento). SEGUIR (ou DESENVOLVER internamente) os planos de contingência recomendados pelas autoridades locais em casos de epidemia, tais como: permitir a ausência no trabalho, organizar o processo de trabalho para aumentar a distância entre as pessoas e reduzir a força de trabalho necessária, permitir a realização de trabalhos a distância, observado o princípio da irredutibilidade salarial; 8.1. Considerando que a pandemia caracteriza situação excepcional e motivo de força maior, recomenda-se que medidas capazes de caracterizar a interrupção da prestação de serviço não impliquem em redução da remuneração dos trabalhadores, por aplicação analógica do disposto no Art. 60, § 3º, da Lei nº 8.213/91; ESTABELECER política de flexibilidade de jornada quando serviços de transporte, creches, escolas, dentre outros, não estejam em funcionamento regular, e quando comunicados por autoridades, observado o princípio da irredutibilidade salarial; ESTABELECER uma política de flexibilidade de jornada para que os trabalhadores atendam familiares doentes ou em situação de vulnerabilidade à infecção pelo coronavírus, e obedeçam a quarentena e demais orientações dos serviços de saúde, observado o princípio da irredutibilidade salarial; NÃO PERMITIR a circulação de crianças e demais familiares dos trabalhadores nos ambientes de trabalho que possam representar risco à sua saúde, seja de infecção pelo coronavírus, seja dos demais riscos inerentes a esses espaços; ADOTAR, sempre que necessário e orientado pelas autoridades de saúde locais, nacional e internacionais, medidas de controle de cunho administrativo ou estrutural para evitar a … Ler mais

Atenção Trabalhadores das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos

 publicado em: 20/01/2020 Adicional Noturno é de 40%. SINDHOSFIL – 2019 Adicional Noturno Fica assegurado aos empregados que laboram em jornada noturna, compreendida entre 22h00 de um dia às 07h00 do seguinte, pagamento de adicional noturno em 40% (quarenta por cento) sobre o valor das horas diurnas. Em caso de duvidas entre em contato com nossa equipe no (17) 3211-2525.

Diretores do Sinsaúde Rio Preto, tomam posse na Federação da Saúde do Estado de São Paulo.

Nova diretoria da Federação Paulista da Saúde toma posse. Com a presença de autoridades, representantes de entidades sociais, diretores sindicais, profissionais da saúde e familiares, tomou posse a nova diretoria eleita para a Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo, a Federação Paulista da Saúde. A cerimônia de posse aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em Campinas, na sede do Centro de Estudos Jurídicos da Fecomerciários. No total integram a diretoria da Federação, 50 diretores sendo 20 diretores efetivos, 20 diretores suplentes, três conselheiros fiscais e três conselheiros fiscais suplentes, além de 4 delegados representantes da CNTS, sendo dois efetivos e dois suplentes. Prestigiaram a solenidade o Dr. Dário Saadi, Secretário de Esportes e representante do prefeito de Campinas, Jonas Donizette; Dr. Francisco Giordani, desembargador do Trabalha do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, o diretor presidente da Sanasa Campinas, Sr. Arly de Lara Romêo; Dr. Murillo de Almeida, Provedor da Irmandade de Misericórdi; Jefferson Erecy Santos Caproni, representando o Conselho Federal de Enfermagem – COFEN; o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Sr. Ricardo Patah e o secretário da entidade, Canindé Pegado, além do presidente da UGT-SP, Amaury Mortágua, além de outros representante sindicais e de estabelecimentos de saúde. Com um mandato de cinco anos, os novos diretores se preparam para uma reunião na qual serão elaborados o planejamento de trabalho e a definição de metas para atendimento das necessidades da categoria e fortalecimento das entidades sindicais. Em seu discurso de posse, o presidente reeleito, Edison Laércio de Oliveira, destacou os desafios de fazer sindicalismo nos dias atuais no Brasil. “Em janeiro já teremos um panorama da economia brasileira e do que está sendo destinado pelo Governo federal para a área da saúde. Aí sim, é o momento certo para fazermos o planejamento do nosso trabalho para o ano”, destacou. Até lá, os diretores de cada departamento poderão repensar suas metas e elaborar o plano de trabalho que será levado para debate e aprovação da diretoria. Categoria é prioridade Os profissionais da saúde são prioridade para a nova diretoria da Federação. Ele lembra que a Federação representa mais de 700 mil trabalhadores da saúde existentes nas áreas particular e filantrópica do Estado de São Paulo. “Mas pensamos nos trabalhadores como um todo. Batalhamos muito pela valorização da categoria, mas cada profissional precisa se impor, mostrar o seu valor, pois somente assim vamos conseguir conquistar benefícios que, efetivamente, serão transformadores”. Ele cita conquistas como a jornada especial de trabalho, pisos salariais por função, cursos como o Projeto Educação na Saúde, dentre outros que além de beneficiar os trabalhadores paulistas, se estenderam para todo o Brasil. Reforma sindical Hoje, o mais importante para a diretoria da Federação é a categoria se unir para reverter os malefícios causados pela reforma sindical que, além de tirar direitos dos trabalhadores, atacou drasticamente o custeio sindical para que as entidades perdessem força para seguir lutando pela evolução da classe trabalhadora. “Mesmo assim, não vamos esmorecer. Esperamos ter o apoio da categoria para reverter esse quadro e exigir que o Congresso Nacional aprove as mudanças que consideramos essenciais na legislação. É preciso mudar sim, promover a modernização do movimento sindical, mas garantir formas de custeio e o respeito aos direitos legitimamente conquistados para os trabalhadores”. E por modernização, Edison de Oliveira, defende uma reestruturação sindical que leve em conta os trabalhadores os sindicalizados e os contribuintes. Na primeira categoria, estariam aqueles que têm acesso ao Acordos e Convenções Coletivos e já os associados, além do direito ao instrumento coletivo, teriam também toda a assistência e estrutura social oferecida pela entidade sindical. “Este é um trabalho em constante renovação. E se conseguirmos fazer esta mudança junto com os trabalhadores, não haverá governo que consiga derrubar”. Veja aqui as fotos da posse: Conheça a nova diretoria eleita: Diretoria de Efetivos: Edison Laércio de Oliveira- Presidente; Paulo Pimentel- Diretor 1º Vice-Presidente, Erivelto Correa Araújo Diretor- 2º Vice-Presidente, Juliana Karine Machado – Diretora de Relações Públicas; Elaine da Silva Amaral – Diretora Secretária Geral; Maria Jerusa de Abreu– Diretor 1º Secretária; Paulo Gonçalves – Diretor 2º Secretário; Valdeir Magri – Diretor Tesoureiro Geral; Reinaldo Dalur de Souza – Diretor 1º Tesoureiro; Alexandre Ferreira Corte – Diretor 2º Tesoureiro; Sérgio Roberto Balduino da Silva – Diretor de Assuntos Previdência Social; Edna Alves – Diretora de Recursos Humanos; Paulo Roberto Gondim Richieri – Diretor Procurador; Milton Carlos Sanches – Diretor de Relações Intersindicais; Carlos José Gonçalves – Diretor de Legislação e Normas; Luiz Carlos Vergara Pereira – Diretor de Imprensa e Divulgação; Maria Hermann – Diretora Cultural; Marcelo Alexandre Câncio dos Santos – Diretor de Assuntos Parlamentares; Lierse Christovam de Almeida – Diretor Arquivista; Sebastião Aparecido Matias – Diretor de Sede e Patrimônio; Diretoria Suplentes: Maria Helena Anunciação; Maria Ivanilde de Araújo Almeida; Anselmo Eduardo Bianco; José Monteiro dos Santos; Shirley Cristina dos Santos Bertin; Sofia Claudete Rodrigues Borges; Marli Regina Citroni de Almeida; Ana Ferreira da Silva; Rosana Aparecida Fachini Pizzolato; Ivana Rodrigues Gasques; Lucia Helena da Silva; Renato Cordeiro de Lima; Saulo Júlio Soares; Adenilson Medeiros; Carlos Alberto Teodoro dos Santos; Antonio Carlos Alves de Abreu; Manoel Borges de Santana; Paulo Sérgio Pereira da Silva; Robson de Pádua Ribeiro; Moacir Pizano. Conselho Fiscal Efetivo: Maria das Graças Artur Machado, Elisabete Antônia Bertin; Marly Alves Coelho; Suplentes de Conselho Fiscal: Sofia Rodrigues do Nascimento; Natalício Valério da Silva; Pablo Carlos Pistila. Delegados Efetivos Representantes da CNTS: Sandra Guerreiro Dalur de Souza; Martinho Luiz dos Santos Dias. Suplentes dos Delegados Representantes da CNTS: Ivone Carrocini; Sérgio Ruiz.

Outubro Rosa: saiba o que é e entenda a sua importância

publicado em: 03/10/2019 O movimento ocorre durante o mês de outubro e tem como objetivo ressaltar a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Outubro Rosa é um movimento que ocorre internacionalmente durante todo o mês de outubro. Ele tem como objetivo principal ressaltar a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O Outubro Rosa começou na década de 1990, nos Estados Unidos, onde os estados faziam ações isoladas referentes ao assunto. Com a posterior aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro se tornou o mês nacional de prevenção contra o câncer de mama no país. Para mobilizar a população americana sobre a importância da ação, as cidades começaram a se enfeitar com laços rosas. Inicialmente, a ideia foi lançada pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e os laços foram dados aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, em 1990. Depois disso, o objeto passou a ser distribuído em locais públicos, corridas, desfiles de modas, entre outros eventos. O mês de outubro foi escolhido para representar a causa ao redor do mundo. Durante todo o período, é comum ver espaços e monumentos decorados e/ou iluminados com a cor.  No Brasil, o primeiro sinal de envolvimento com o Outubro Rosa aconteceu em outubro de 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor. Em outubro de 2008, o movimento ganhou ainda mais força e várias cidades brasileiras abraçaram o movimento. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo. No Brasil, as taxas de mortalidade por esse tipo de câncer continuam elevadas, especialmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Por isso, o autoexame das mamas e a mamografia são essenciais.

Sinsaúde em Ação – Hospital de Base

publicado em: 20/08/2019 Sinsaúde em Ação – Hospital de Base Sinsaúde em Ação, o evento acontecerá nos dias 27 e 28 de Agosto no estacionamento do Hospital de Base Rio Preto. Durante o evento apresentaremos todos os benefícios do Sindicato e dos parceiros, teremos distribuição de amostras grátis, e sorteio de brindes. Sua participação é muito importante, #Compartilhe.

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