Sinsaúde disponibiliza Mascaras gratuitas ao associados

 publicado em: 30/04/2020 CLIQUE AQUI PARA SOLICITAR Atenção Trabalhadores!! Baixe nosso APP e solicite já, sua mascará de proteção lavável. *Exclusivo para associados ao Sinsaúde Baixe agora mesmo Direto na PLAY STORE nos Links Abaixo!Nome do Aplicativo: Sinsaúde Rio Preto  Link para ANDROID: https://bit.ly/AppSinsaude

Sinsaúde Lança Aplicativo para Celulares para Realizar assembléia ONLINE

publicado em: 29/04/2020 Clique aqui e Baixe o App. Nossa assembleia será realizada em: 13/05/2020 – Horário: 8h00 Atenção! Saiba como votar seu AUMENTO SALARIAL 2020/2021 na Assembleia Online que será realizada através no nosso Aplicativo. Baixe agora mesmo Direto na PLAY STORE nos Links Abaixo!Nome do Aplicativo: Sinsaúde Rio Preto  Link para ANDROID: https://bit.ly/AppSinsaude Ps.: Somente para Trabalhadores da Saúde

AÇÃO CIVIL PÚBLICA MOVIDA CONTRA HOSPITAL DE JACI E FILIAIS – COVID 19

ASSOCIAÇÃO LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS NA PROVIDÊNCIA DE DEUS E SUAS FILIAIS: HOSPITAL NOSSA SENHORA DA DIVINA PROVIDÊNCIA (FILIAL JACI), HOSPITAL SANTA CATARINA NA PROVIDÊNCIA DE DEUS (FILIAL JACI), HOSPITAL E MATERNIDADE MÃE DO DIVINO AMOR NA PROVIDÊNCIA DE DEUS (FILIAL MIRASSOL), AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – AME (FILIAL), HOSPITA-LAR NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS NA PROVIDENCIA DE DEUS (FILIAL S J RIO PRETO), HOSPITAL ESTADUAL JOÃO PAULO II (FILIAL S J RIO PRETO)  publicado em: 22/04/2020 AÇÃO CIVIL PÚBLICA MOVIDA CONTRA ASSOCIAÇÃO LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS NA PROVIDÊNCIA DE DEUS E SUAS FILIAIS: HOSPITAL NOSSA SENHORA DA DIVINA PROVIDÊNCIA (FILIAL JACI) HOSPITAL SANTA CATARINA NA PROVIDÊNCIA DE DEUS (FILIAL JACI) HOSPITAL E MATERNIDADE MÃE DO DIVINO AMOR NA PROVIDÊNCIA DE DEUS (FILIAL MIRASSOL) AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – AME (FILIAL) HOSPITA-LAR NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS NA PROVIDENCIA DE DEUS (FILIAL S J RIO PRETO) HOSPITAL ESTADUAL JOÃO PAULO II (FILIAL S J RIO PRETO) Diante das denúncias recebidas dos trabalhadores, o SINSAÚDE RIO PRETO, por meio de seu departamento jurídico, ajuizou ação civil pública visando obter, diante do grave quadro instalado nos estabelecimentos de saúde pela pandemia do coronavirus (covid-19), o fornecimento adequado de equipamentos de proteção individual, o afastamento dos trabalhadores pertencentes ao grupo de risco e a emissão do CAT nos casos de afastamento em razão de contaminação pelo coronavírus (covid-19). Apreciados os pedidos, foi concedida decisão liminar para determinar aos estabelecimentos de saúde envolvidos que forneçam de imediato, os EPIs – Equipamentos de Proteção Individual adequados (de usos específicos) e que garantam a prestação de serviços em segurança, com tempo de uso tecnicamente recomendado e disponibilizem – em local e quantidade adequada – dispensadores com álcool gel, sabonete líquido, toalhas de papel e cestos de lixo com tampa, nos termos das normas regulamentadoras. A liminar não foi concedida quanto aos pedidos de emissão de CAT e de afastamento dos trabalhadores pertencentes ao grupo de risco, entendo em relação a este, ser prudente o MM. Juiz, antes de apreciá-lo, ouvir as empresas envolvidas “… sob pena de colocar em risco o próprio funcionamento dos hospitais do requerido”. Essas medidas deverão ser adotadas dentro do prazo de 10 dias, sob pena de aplicação de multa diária.

Federação Paulista da Saúde reúne diretoria para debater ações em defesa dos profissionais do setor frente a pandemia pelo coronavírus

 publicado em: 09/04/2020 Sinsaúde segue firme na defesa dos trabalhadores. Em respeito às restrições dos órgãos de saúde que definiram o isolamento social como medida para evitar a proliferação do COVID-19 e para evitar reuniões onde aglomeram muitas pessoas, a diretoria da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo (Federação Paulista da Saúde) optou por realizar encontros virtuais, nos quais são definidas as ações em defesa dos trabalhadores da saúde do Estado de São Paulo e também de todo o país. Nesta segunda, dia 6 de abril, foi realizada uma videoconferência por meio do aplicativo Zoom, do qual participaram os diretores da entidade. A Federação Paulista da Saúde, junto com os sindicatos filiados, tem atuado de forma rápida e firme desde o início da crise na Saúde, provocada pela pandemia. Acionou o Ministério Público do Trabalho e encaminhou aos Sindicatos patronais reivindicações que visam a construção de um Contrato Coletivo de Trabalho específico para este período. A unificação das ações entre os Sindicatos, o que fortalece os profissionais da saúde é outra oportunidade que é aproveitada nas reuniões virtuais. “Tudo isso somente está sendo possível porque temos a internet como aliada nesta verdadeira guerra na qual estamos inseridos. Vencer o coronavírus ao mesmo tempo em que os profissionais da saúde tenham todos os equipamentos de segurança, sejam treinados adequadamente e recebam os benefícios que fazem jus é o que exigimos”, comenta o presidente, Edison Laércio de Oliveira.  Edison destaca que os trabalhadores não fogem da batalha, mas precisam ter as armas necessárias para não se tornarem vítimas do Covid-19.  A próxima reunião da Federação vai acontecer nesta quinta-feira, dia 9 de abril, também por meio do aplicativo Zoom.Em respeito às restrições dos órgãos de saúde que definiram o isolamento social como medida para evitar a proliferação do COVID-19 e para evitar reuniões onde aglomeram muitas pessoas, a diretoria da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo (Federação Paulista da Saúde) optou por realizar encontros virtuais, nos quais são definidas as ações em defesa dos trabalhadores da saúde do Estado de São Paulo e também de todo o país. Nesta segunda, dia 6 de abril, foi realizada uma videoconferência por meio do aplicativo Zoom, do qual participaram os diretores da entidade. A Federação Paulista da Saúde, junto com os sindicatos filiados, tem atuado de forma rápida e firme desde o início da crise na Saúde, provocada pela pandemia. Acionou o Ministério Público do Trabalho e encaminhou aos Sindicatos patronais reivindicações que visam a construção de um Contrato Coletivo de Trabalho específico para este período. A unificação das ações entre os Sindicatos, o que fortalece os profissionais da saúde é outra oportunidade que é aproveitada nas reuniões virtuais. “Tudo isso somente está sendo possível porque temos a internet como aliada nesta verdadeira guerra na qual estamos inseridos. Vencer o coronavírus ao mesmo tempo em que os profissionais da saúde tenham todos os equipamentos de segurança, sejam treinados adequadamente e recebam os benefícios que fazem jus é o que exigimos”, comenta o presidente, Edison Laércio de Oliveira.  Edison destaca que os trabalhadores não fogem da batalha, mas precisam ter as armas necessárias para não se tornarem vítimas do Covid-19.  A próxima reunião da Federação vai acontecer nesta quinta-feira, dia 9 de abril, também por meio do aplicativo Zoom.  Fonte: www.federacaodasaude.org.br

COMUNICADO COVID-19 01/04/2020

O SINSAÚDE comunica que continua atuando na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde.   publicado em: 01/04/2020 O SINSAÚDE comunica que continua atuando na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde, tendo notificado os estabelecimentos de saúde no que tange às medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia causada pelo contágio do coronavirus (COVID-19).  A situação é excepcional e exige medidas duras, onde o SINSAÚDE se coloca a disposição para contribuir com o Estado e a sociedade de modo que possamos passar por esse período turbulento, trabalhando juntos na prevenção e redução de riscos no contágio da doença.  Além das condutas adotadas, como exemplo de lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel e evitar apertos de mão, ainda recomenda o SINSAÚDE que devem ser observadas pelos estabelecimentos de saúde:  1)     Regularidade do fornecimento e substituição dos equipamentos de proteção individual – EPI’s.  2)     Dispensa de ponto biométrico, pela dificuldade de higienização do equipamento, visto que o coletor biométrico é considerado potencial transmissor do vírus;  3)     Suspensão dos eventos que aglomerem pessoas;  4)     Liberação dos trabalhos para gestantes, servidores com mais de 60 anos de idade, os que realizaram recentes intervenções cirúrgicas, ou que estejam realizando tratamento de saúde que cause diminuição da imunidade, transplantados e doentes crônicos, independentemente da idade;  5)     Estudar a possibilidade de escalonamento nas frentes de trabalho estritamente administrativo e dimensionamento das frentes de trabalho na ponta para poupar os especialistas e evitar fadiga;  Não se pode admitir que a integridade física e até mesmo a vida dos trabalhadores da saúde seja colocada em risco ante a realização de trabalho sem o fornecimento, pelas empresas, dos equipamentos de proteção individual recomendados pelos órgãos de saúde competentes e, quanto aos trabalhadores pertencentes ao grupo de risco, não se concebe outra medida que não seja seu total afastamento das atividades diárias, orientando-se que permaneçam em casa e somente saiam em situações de emergência.  Assim, foi solicitado pelo SINSAÚDE esclarecimentos formais sobre quais das medidas acima mencionadas já foram tomadas e, em relação aquelas que não foram, requereu que o façam em caráter de urgência para proteger a saúde dos trabalhadores, bem como da população em geral.  O SINSAÚDE continua atento a evolução do quadro da pandemia do coronavírus (COVID-19) em nossa região, buscando, sem prejuízo do atendimento aos enfermos, a preservação da integridade física e da vida dos seus representados, heróis da saúde!

Brasil registra 4.256 casos confirmados de coronavírus e 136 mortes

 publicado em: 30/03/2020 Todos os estados têm casos e 13 apresentaram óbitos: AM, BA, CE, PE, PI, RN, RJ, SP, DF, GO, PR, SC e RS. O Brasil registrou neste domingo (29) 4.256 casos confirmados de coronavírus. De acordo com as informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos aumentou de 114 para 136 em 24h. As mortes estão localizadas nos estados do Amazonas (1), Bahia (1), Ceará (5), Pernambuco (5), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Rio de Janeiro (17), São Paulo (98), Distrito Federal (1), Goiás (1), Paraná (2), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (2). Para manter a população informada a respeito dos casos e óbitos, o Ministério da Saúde atualiza diariamente os dados na plataforma de dados do coronavírus. O painel traz as informações e permite uma análise do comportamento do vírus com o passar do tempo, além de um gráfico de dados acumulados apontando a curva epidêmica da doença. A plataforma está disponível para livre acesso no endereço: covid.saude.gov.br

COMUNICADO PARA OS TRABALHADORES DA SANTA CASA DE FERNANDÓPOLIS

  publicado em: 26/03/2020 Pagamento do 13º- Salário. Após diversas tratativas entre SINSAÚDE e administração da Santa Casa de Fernandópolis, conseguimos achar uma alternativa para o início do recebimento da parcela do 13º salário de 2019 que se encontra em atraso. Informamos que a Santa Casa de Fernandópolis assumiu o compromisso de pagar no 5º (quinto) dia útil de abril/2020, o correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor total devido e, o saldo remanescente, será pago quando da liberação do valor do empréstimo já aprovado junto a Caixa Econômica Federal, podendo, assim, a dívida ser quitada na sua totalidade ainda na primeira quinzena de abril. Somente diante do reconhecimento de sua representatividade e voto de confiança dado pelos trabalhadores que o SINSAÚDE pode manter-se firme na luta, conseguindo, com muito diálogo, mais essa conquista para vocês trabalhadores. Dessa forma, sempre UNIDOS, que avançamos a cada dia para que a categoria seja mais valorizada, focando no que é melhor para o trabalhador da saúde. Aproveitando, neste momento de pandemia pelo coronavirus (COVID-19), o SINDAÚDE parabeniza todos os trabalhadores pela sua coragem, profissionalismo e dedicação, que arriscam a própria vida na linha de frente de combate da doença em prol da vida alheia, no auxílio da convalescença dos enfermos. Att, Reinaldo Dalur de Souza Presidente do Sinsaúde Rio Preto.

As informações serão utilizadas para focar procedimentos e ações do MPT, além de orientar a melhor destinação de eventuais recursos de ações judiciais.

publicado em: 26/03/2020 Ajude o Ministério Público do Trabalho, fiscalizar as UNIDADES DE SAÚDE. LINK FISCALIZAÇÃO MPT: https://bit.ly/MPT-FISCALIZA Não há necessidade de identificar -se, portanto, preencha o formulário e ajude o Ministério Público do Trabalho, fiscalizar as UNIDADES DE SAÚDE. LINK FISCALIZAÇÃO MPT: https://bit.ly/MPT-FISCALIZA O Ministério Público do Trabalho – pelas Procuradorias doTrabalho, dentro das medidas de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID -19) editou uma série de notas técnicas orientativas e criou um formulário on-line, destinado a trabalhadores e trabalhadoras dos serviços de saúde, bem como a Sindicatos do Setor, Conselhos e mesmo gestores públicos e privados, para que se torne possível um diagnóstico preciso da situação da saúde no País e, com maior efetividade, dar uma resposta mais coordenada e eficiente no que se refere à proteção dos trabalhadores e trabalhadoras do referido setor. O sinsaúde endossa a iniciativa do Ministério Público do Trabalho e vem orientar os trabalhadores e trabalhadoras da saúde que preencham o formulário, contribuindo para a fiscalização dos estabelecimentos de saúde.

Saúde amplia testes para profissionais de saúde e segurança.

publicado em: 25/03/2020 COMBATE AO COVID-19 O volume é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. Nos próximos três meses a pasta irá ampliar de 168 para 500 as unidades da Rede Sentinela no país para acompanhamento da doença O Ministério da Saúde está ampliando para 22,9 milhões o número de testes que serão distribuídos para diagnosticar o Covid-19 no Brasil. Serão entregues ao Ministério da Saúde dois tipos diferentes de testes: aqueles que detectam o vírus na amostra (RT-PCR) e outros que verificam a resposta do organismo ao vírus (teste rápido de sorologia, quando são verificados os anticorpos, na resposta imunológica do corpo ao microorganismo invasor). Neste momento, o ministério definiu a aplicação dos testes em profissionais de saúde e de segurança, além da verificação dos casos graves e óbitos. Leia também: Coronavírus: 46 mortes e 2.201 casos confirmados Um novo protocolo está sendo definido para testar os casos mais leves nos postos de saúde ou unidades volantes. A ideia é utilizar a estratégia para cidades com mais de 500 mil habitantes e pode ser uma ferramenta, por exemplo, para conter surtos, isolando os pacientes infectados pelo Covid-19. Nos próximos três meses, ainda, o Ministério da Saúde irá ampliar a Rede Sentinela de Vigilância de Síndrome Gripal, que monitora a doença no país. A expectativa é que o número de estabelecimentos que fazem a coleta de amostras para vigilância aumente de 168 para 500 unidades em todos os estados.  As ações visam garantir resposta adequada à emergência. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, reforçou o esforço do governo brasileiro para aquisição de testes para diagnóstico de coronavírus em um cenário de pandemia. “É um esforço hercúlio. Estamos passando por uma pandemia, possivelmente a pior do século. O processo dos testes está em construção. Estamos buscando toda a disponibilidade de testes no mercado internacional. No território nacional, estamos usando toda a capacidade instalada, negociando com a Embrapa, com o Ministério da Agricultura, com a Polícia Federal para que emprestem suas máquinas e, assim, a gente possa rodar o maior número de testes”, destacou o secretário. O volume de testes adquiridos é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. A iniciativa busca adequar à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de testar para isolar os casos da doença. Até o momento, 32,5 mil testes já foram distribuídos na rede pública de saúde em todo o país. Para o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, com a ampliação da testagem, o Brasil terá a oportunidade de identificar cada vez mais casos de coronavírus e, com isso, adotar medidas para isolamento e consequente diminuição da transmissão. “Testando mais pessoas, o Brasil será o país que provavelmente terá o maior número de casos confirmados de coronavírus porque será o que vai chegar mais próximo do número real de infectados”, disse o secretário de Vigilância em Saúde. SOBRES OS TESTESPara identificar o coronavírus são utilizados dois métodos diferentes de testes e ambos são rápidos. Contudo, um deles (RT-PCR em tempo real) necessita que o exame seja realizado em laboratório com uso de equipamentos. O segundo, é um teste rápido sorológico para detecção de anticorpos (IgM/IgG) e pode ser feito até mesmo nos postos de saúde ou unidades volantes.  1 – RT-PCR (biologia molecular) – o teste identifica o vírus no período em que está agindo no organismo. Desse tipo, foram comprados ou doados 14,9 milhões de testes, sendo 3 milhões adquiridos por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); 1,3 milhão comprado de empresas privadas; 600 mil de doação da Petrobrás; e 10 milhões, que ainda estão em negociação e deverão ser adquiridos no mercado nacional e internacional. O uso desses testes é feito para diagnosticar casos graves internados. Além disso é utilizado na Rede Sentinela, ou seja, para acompanhar a evolução da doença no Brasil, como os sintomas dos casos mais graves associados ao vírus. Assim, para a vigilância, os testes são feitos em casos graves e amostragem de casos leves, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).  2 – Testes rápidos (sorologia) – o teste verifica a resposta do sistema imunológico ao vírus. Desse tipo, foram doados pela Vale do Rio Doce (5 milhões) e outros 3 milhões de testes foram comprados por meio da Fiocruz. Eles serão utilizados entre os profissionais de saúde e segurança para garantir a segurança e proteção deles.  Da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

Além de longas jornadas, enfermeiras enfrentam falta de protocolo e de equipamentos de proteção

publicado em: 25/03/2020 Pandemia COVID-19 Nos treinamentos que recebeu nos últimos dias sobre o atendimento a pacientes com suspeita de coronavírus, uma enfermeira do Hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) foi informada de que um dos equipamentos de proteção, a máscara N95 (cujo filtro bloqueia até 95% das partículas em suspensão), terá uso restrito.  “Fomos orientadas a utilizar a máscara por sete dias, o que eu achei um absurdo. Segundo o fabricante, é por período. Vamos ter que guardar a nossa máscara e trocar a cada semana. Se não tiver nenhum dano, a gente vai permanecer com ela”, diz a enfermeira, cuja identidade será preservada pela reportagem. A validade dessa máscara, de maior proteção que a cirúrgica, varia de acordo com cada situação e cada fabricante. Ela deve ser guardada em sacos de papel ou de plástico (desde que furados) e, dependendo da condição em que seja usada, deve ser descartada imediatamente, segundo um dos fabricantes. Com tantas variáveis em uma situação de pandemia e quase 2 milhões de profissionais de enfermagem distribuídos pelo país, as dúvidas sobre protocolos são um dos problemas enfrentados pela classe no Brasil. No país, 84,7% dos auxiliares e técnicos de enfermagem são mulheres. Entre os profissionais com ensino superior, elas são 86,2%, segundo a Pesquisa Perfil da Enfermagem, do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). [ x ]O Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro denunciou na semana passada a falta de um “protocolo de orientação, capaz de disciplinar a utilização e o descarte dos equipamentos”, com exceção feita a um hospital da rede federal, que já possui as normas. A entidade também afirma que faltam máscaras cirúrgicas e N95, álcool em gel e até mesmo sabão e papel. “Enfermeiros e trabalhadores da saúde estão com déficit de equipamento de proteção individual (EPI). Precisamos de um protocolo do poder público sobre o que vai ser feito nas unidades básicas e nas redes de emergência”, diz Líbia Bellusci, vice-presidente do sindicato. “O que dá medo é a nossa saturação mental e física. Nós já trabalhamos em um ambiente bem estressante e, com uma doença tão perigosa, a insegurança também aumenta. A gente não sabe o que vem por aí”, desabafa a enfermeira, que trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital São Paulo. Procurada, a unidade informou que “todo o corpo de saúde do Hospital São Paulo está devidamente orientado e segue o protocolo de atendimento determinado pelo Ministério da Saúde”. Com o aumento da demanda, a enfermeira do Hospital de São Paulo conta que a orientação é reservar uma área da UTI para pacientes com coronavírus e selecionar enfermeiras só para esses casos, com o objetivo de diminuir a possibilidade de transmissão da doença entre outros pacientes do hospital. “Inevitavelmente a categoria estará na linha de frente, em contato 24 horas com casos suspeitos e confirmados. Nós estamos preocupados e buscando preservar ao máximo os profissionais”, afirma Walkirio Almeida, coordenador do Comitê de Gestão da Crise do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Para o conselho, as principais preocupações com os profissionais de enfermagem são os EPIs, a capacitação para os protocolos determinados pelo Ministério da Saúde e garantir que eles estejam preparados para usar os equipamentos. “Não adianta oferecer equipamentos de proteção e não preparar os profissionais para usá-los corretamente”, diz Almeida. O conselho vai permanecer com sua sede e conselhos regionais abertos para realizar fiscalizações e atender às demand as dos profissionais. Em Pernambuco, enfermeiros que trabalham em unidades de saúde da rede pública ameaçavam entrar em greve. De acordo com o sindicato da classe no estado, faltam equipamentos básicos de proteção, como máscaras e aventais, além de insumos como álcool em gel e sabão. No sábado (21), o Tribunal de Justiça de Pernambuco determinou a suspensão da greve anunciada pelo Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco (SEEPE-PE) sob pena de multa. “Estamos em estado de greve e a paralisação só ocorrerá na falta de EPIs”, diz Ludmila Outtes, presidente do SEEPE. “Infelizmente é comum faltar material: luva, máscara, seringa, agulha. Só que, agora, além da insatisfação, nós corremos risco de vida”, afirma. “Precisamos proteger a nossa vida também. Além disso, é preciso controlar a disseminação. Como a gente atende vários pacientes ao dia, se eu pegar o vírus, vou transmitir para várias pessoas que eu atendo”, completa Outtes. A Secretaria de Saúde do estado afirma que ordenou a compra emergencial de equipamentos de proteção individual e diz que está orientando os profissionais sobre o seu uso. No Rio de Janeiro, a secretaria do estado anunciou, na quarta-feira (18), a compra de 1,5 milhão de máscaras cirúrgicas, 300 mil óculos de proteção e 600 mil aventais. Para a diretora do sindicato dos enfermeiros do estado da Bahia, Tatiane Araújo, a questão das condições profissionais para as enfermeiras inclui, além da estrutura e dos equipamentos, a garantia de horas de descanso. “Uma profissional cansada fica mais propensa a cometer um erro. As unidades de saúde têm que garantir as condições de trabalho. Tudo que a Organização Mundial da Saúde vem divulgando tem que ser cumprido.” Um dos receios da enfermeira entrevistada pela reportagem no Hospital São Paulo é o aumento das dificuldades que as profissionais já sentem na rotina de trabalho, mesmo sem a demanda de pacientes com coronavírus. “Em hospital público sempre há escassez de insumos. Se já está assim, imagine quando começar mesmo o surto de vez. O que esperar?”, questiona. Entre as enfermeiras, as condições de trabalho (como falta de equipamentos adequados) representam 46,8% dos motivos que definem a precarização do trabalho da categoria. Para técnicos e auxiliares de enfermagem, o ritmo e pressão da atividade respondem por outros 51,2%, segundo a pesquisa Precarização do trabalho de enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem nos hospitais públicos, da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Tatiane Araújo, também professora adjunta da Escola de Enfermagem da UFBA e uma das autoras do estudo, lembra que o principal responsável pelo suporte aos casos da epidemia será o serviço público de saúde, já que atende a 75% dos brasileiros. “A pandemia vai … Ler mais

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