Até 2030, o Brasil pode chegar a quase 120 milhões de pessoas com obesidade

🚨 Cenário preocupante. Segundo o Atlas Mundial da Obesidade, até 2030, cerca de 119 milhões de adultos brasileiros terão um Índice de Massa Corporal (IMC) considerado “acima do ideal”. Em outras palavras, as projeções apontam que mais de 65% da população apresentará sobrepeso ou obesidade. Sobre a condição A obesidade é uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, resultando em impactos negativos na saúde. A condição está associada a um maior risco de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares. 🩺 Via de regra, a obesidade ocorre devido a um desequilíbrio entre o consumo de calorias e o gasto energético, influenciado por fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Portanto, o tratamento envolve mudanças no estilo de vida, acompanhamento médico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia. Saúde, mortalidade e medidas necessárias Anualmente, estima-se que 4 milhões de mortes estejam associadas à condição — seja direta ou indiretamente. No Brasil, estima-se que mais de 60 mil mortes anuais estejam associadas à obesidade. Para reverter esse cenário, ao final do estudo feito pelo Atlas mundial da Obesidade, os pesquisadores apontaram cinco políticas públicas que consideram “essenciais”: De modo geral, a maioria das instituições de saúde ao redor do mundo já tem um plano para combater o problema. O que falta então? Colocar estes planos em prática. Enfim, teremos que esperar pelas cenas dos próximos capítulos. Fonte: Healthtimes

NOVEMBRO AZUL

  publicado em: 05/11/2020 Todos Juntos Contra o Câncer de Próstata Novembro Azul é uma campanha que busca conscientizar a respeito da necessidade da prevenção e diagnóstico do câncer de próstata, além da importância de cuidados integrais com a saúde do homem. O câncer de próstata é um dos cânceres mais comuns no mundo e tem prevalência em homens com idade acima de 65 anos. A seguir, falaremos mais sobre como ocorre essa campanha, seus objetivos, o que é o câncer de próstata. Explicaremos também o que é a próstata, ou glândula prostática, bem como daremos dicas de saúde e bem-estar. Veja também: Andropausa: os sintomas decorrentes da diminuição da testosterona em homens Objetivos do Novembro Azul Novembro Azul é uma campanha que ocorre em 21 países todos os anos e tem como principal objetivo alertar a respeito da necessidade de prevenção e realização do diagnóstico do câncer de próstata. Entretanto, a campanha vai além, buscando conscientizar a respeito da necessidade de cuidados especiais com a saúde integral do homem, abrangendo temas como doenças crônicas (por exemplo, a hipertensão), infecções sexualmente transmissíveis, bem como a saúde mental. A campanha Novembro Azul busca conscientizar a respeito dos cuidados de maneira integral com a saúde do homem. A campanha é realizada por meio de ações que objetivam promover uma mudança nos hábitos masculinos, mostrando a importância da realização de consultas e de exames de rotina, quebrando alguns preconceitos a respeito da realização de determinados exames e estimulando os homens a manterem uma rotina que promova a saúde e bem-estar. No Brasil, durante o mês de novembro, diversos prédios iluminam-se de azul em menção à campanha.

Outubro Rosa Agente Abraça essa Luta

publicado em: 05/10/2020 A prevenção do câncer de mama está em suas mãos O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando mais acesso ao diagnóstico e ao tratamento da doença.  Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e aumenta as chances de cura do câncer de mama. História O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. O Outubro Rosa começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura. À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.

O Brasil é o país que mais tem perdido profissionais da enfermagem para a Covid-19

publicado em: 21/05/2020 Já são 137 as mortes de técnicos, auxiliares e enfermeiros decorrentes da pandemia. O Brasil é o país que mais tem perdido profissionais da enfermagem para a Covid-19. Segundo dados do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), já são 137 as mortes de técnicos, auxiliares e enfermeiros decorrentes da pandemia do novo coronavírus.  Nos EUA, onde há o maior número de casos do mundo, 91 profissionais de enfermagem morreram até o início deste mês. Itália e Espanha juntas registraram 89 mortes. O número de óbitos no Brasil representa 34% do total mundial, contabilizado em 360 pelo Conselho Internacional de Enfermagem. “O índice muito maior de mortalidade mostra o despreparo do país para enfrentar a pandemia”, afirma Manoel Neri, presidente do Cofen. A região sudeste lidera as mortes nas equipes de enfermagem, com 47% do total. O Rio de Janeiro está no topo, seguido por São Paulo, Pernambuco e Amazonas. A maioria dos que perderam a vida tinha entre 41 e 60 anos. Os mais jovens lideram o número de casos suspeitos. Já foram afastados do trabalho mais de 6.000 profissionais com idades entre 31 e 40 anos e quase 3.000 entre os que estão na faixa entre 20 e 30 anos. Segundo dados do Cofen, mais de 15 mil profissionais de enfermagem precisaram se afastar por suspeita de Covid-19. Destes, 4.717 testaram positivo para o novo coronavírus. O estado de São Paulo lidera a incidência, seguido por Rio, Bahia e Pernambuco. “Tem sido alarmante o número de casos entre os profissionais de enfermagem. É um problema que precisa ser mais bem enfrentado pelo poder público, porque isso leva à desassistência da população”, diz Neri. São várias as razões para o aumento de casos e de mortes entre as equipes de enfermagem. Segundo Neri, há falta de treinamento para lidar com a Covid-19, escassez e baixa qualidade de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), exposição de grupos de risco e sobrecarga de trabalho, que causa cansaço físico e mental, aumentando o risco de contágio. Os conselhos regionais de enfermagem receberam, desde o início da pandemia, mais de 6.200 denúncias, a maioria relacionadas a problemas com EPIs. “Existe um esforço de governos e empresas para a aquisição de EPIs, mas ainda há escassez”, afirma Neri. “A mesma máscara tem sido usada em plantões de 12 horas, mas elas deveriam ser trocadas a cada 2 horas ou, no máximo, 6 horas, porque a eficácia diminui. Além disso, muitos aventais não são impermeáveis”, diz Neri. SOBRECARGA E RISCO Se a falta e a qualidade dos EPIs são problemas que vêm preocupando a enfermagem desde o início da pandemia, agora duas outras denúncias aparecem nas estatísticas do Cofen: excesso de horas trabalhadas e manutenção de profissionais dos grupos de risco na linha de frente contra a Covid-19. “Há uma sobrecarga em função do problema crônico de falta de pessoal, que já existia nos serviços públicos de saúde antes da pandemia, agravada agora pelo fato de que muitos estão adoecendo e precisam se afastar”, afirma Neri. “E nem sempre os profissionais em quarentena são substituídos.” A manutenção de profissionais do grupo de risco no cuidado aos pacientes com Covid-19 também tem contribuído para a letalidade (18% dos que morreram tinham entre 61 e 70 anos) e o alto índice de casos. “Muitos profissionais com mais de 60 anos e com comorbidades, como diabetes, hipertensão e obesidade, continuam atuando no tratamento dos pacientes, tanto no serviço público como no privado”, afirma Neri. O Cofen e os conselhos regionais de enfermagem estão movendo ações civis públicas contra a União e os hospitais privados para garantir o afastamento dos integrantes dos grupos de risco. Uma liminar já determinou que trabalhadores do sistema público nessas condições sejam realocados para funções que não envolvam contato com pacientes de Covid-19. Os conselhos pedem ainda na Justiça a realização de mais testes para as equipes de enfermagem. “Não temos testagem em massa e isso dificulta o controle da transmissão”, diz o presidente do Cofen. “Testar é importante também para identificar casos assintomáticos, que podem transmitir o vírus”, afirma. Ao contrário do que acontece em muitos países, no Brasil não existe falta de profissionais de enfermagem. São cerca de 2,3 milhões os trabalhadores dessa área e, do total, estima-se que 50% estejam atuando diretamente no combate à Covid-19. Mais de 80% são mulheres e muitos trabalham em dois ou mais hospitais. A categoria reivindica há mais de 20 anos piso salarial nacional e jornada de 30 horas semanais, projetos que estão parados na Câmara dos Deputados. Fonte: Folha

Governo de SP prorroga quarentena até 31 de maio

  publicado em: 08/05/2020 O governador João Doria (PSDB) prorrogou a quarentena em todo o estado de São Paulo. ‘Autorizar o relaxamento agora seria colocar em risco milhares de vidas, o sistema de saúde e, por óbvio, a recuperação econômica’, disse João Doria nesta sexta (8). Medida, que teve início em 24 de março, mantém regras de funcionamento apenas de serviços essenciais.Por Kleber Tomaz e Lívia Machado, G1 SP — São Paulo O governador João Doria (PSDB) prorrogou a quarentena em todo o estado de São Paulo até o dia 31 de maio. O anúncio foi feito no início da tarde desta sexta-feira (8) em coletiva no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital paulista. “Teremos que prorrogar a quarentena até o dia 31 de maio. Queremos, sim, em breve juntos poder anunciar a retomada gradual da economia como, aliás, está previsto no Plano São Paulo. A experiência de outros países, e nós temos utilizado essas experiências aqui, mostra claramente o colapso da saúde e, quando isso acontece, paralisa tudo”, disse Doria. Doria defendeu que a flexibilização das medidas restritivas, neste momento, prejudicaria não apenas o sistema de saúde, mas também a própria recuperação econômica do estado.  “Na região metropolitana [registramos] um aumento de 760% em apenas 30 dias. Em um mês, 760%. Estamos todos atravessando o pior momento desta pandemia. Só não reconhece, vê, percebe, aqueles que estão cegos pelo ódio ou pela ambição pessoal. Autorizar o relaxamento agora seria colocar em risco milhares de vidas, o sistema de saúde e, por óbvio, a recuperação econômica”, afirmou. Com a decisão, permanecem autorizados a funcionar apenas serviços essenciais. A ampliação do isolamento se deve ao aumento do número de casos e mortes em razão do coronavírus. Atualmente, são 3.416 óbitos confirmados por exame laboratorial, um aumento de 7% em relação aos números de quinta-feira (7). O número de casos confirmados no estado é de 41.830, valor 5% superior ao registrado na quinta. “O medo é o pior conselheiro da economia, prejudica o consumo, afugenta investimentos e ataca os empregos. A quarentena, felizmente, está salvando vidas em São Paulo e em outros estados brasileiros. Pessoas que poderia ter adoecido e falecido estão em vida e agradecendo por estarem vivendo e convivendo com seus familiares e desfrutando ainda a vida”, defendeu o governador, durante anúncio feito nesta tarde. O governo buscava entre 50% e 60% para iniciar a flexibilização da quarentena, mas as autoridades de saúde apontam que a taxa ideal seria de 70%. O estado nunca chegou ao valor ideal, sendo as maiores taxas de 59% sendo registradas apenas em domingos.Nas últimas 24 horas, dez novas cidades do estado registraram casos de coronavírus. A propagação cresce quatro vezes mais rapidamente nas cidades do interior e do litoral do que na Grande São Paulo, segundo dados do governo. A administração estadual acredita que até o final de maio, todas as 645 cidades do estado terão casos confirmados da doença.  Luto oficial Na quarta (6), Doria decretou luto oficial em todo o estado de São Paulo após o número de mortes ultrapassar três mil. Desde o início da pandemia, o estado de São Paulo se mantém no epicentro da doença no país. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o distanciamento ainda é a medida mais eficaz para evitar a propagação da Covid-19. Em 22 de abril, Doria chegou a anunciar a proposta de reabertura gradual da economia no estado a partir de 11 de maio e afirmou que os detalhes só seriam divulgados nesta sexta. A decisão de manter a quarentena foi balizada pelo Centro de Contingência da Covid-19, que é liderado pelo infectologista David Uip. De acordo com balanço divulgado nesta quinta (7), as Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) do estado de São Paulo operam com taxa de ocupação de 70%. Na Grande São Paulo, a lotação é ainda maior: 90% dos leitos deste tipo estão ocupados na região metropolitana, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta. Na quarta-feira (6), a ocupação era de 86,7%.  Parâmetros Em coletivas mais recentes, o governador disse que não iria flexibilizar se as cidades que não atingissem o índice mínimo de 50% (o ideal é 70%), outro dado utilizado para analisar que cidades poderiam ter condições de reabrir o comércio e outras atividades econômicas não essenciais. Na quarta-feira (6), a taxa de isolamento social no estado e na capital estavam em 47%. E poucos cidades conseguiram manter uma média acima do índice mínimo exigido. São Sebastião e Ubatuba, no litoral, estariam nesse grupo. A um dia do anúncio previsto nesta sexta sobre quais cidades poderiam flexibilizar a quarentena no estado, o governo paulista classificou o risco de contágio pelo coronavírus como grave e preocupante nas regiões da Grande São Paulo, Campinas, no interior, e Baixada Santista, no litoral. A medida de flexibilização do isolamento social devido ao coronavírus deve ser feita em etapas, com autorizações específicas para cada região do estado, de acordo com o avanço da doença.  “Todas as regiões tiveram situações crescentes. Algumas regiões têm situações mais graves, como a Baixada Santista, Campinas, Região metropolitana de São Paulo. Há uma preocupação muito grande com esses números”, diz o secretário Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, na quinta-feira ao G1. A região metropolitana de São Paulo tem 39 cidades, a Baixada Santista, 9, e a região de Campinas, 24. Os “números” a que o titular da pasta do Desenvolvimento se referiu são dados estatísticos que poderiam indicar se os municípios dessas três regiões têm condições de relaxar o isolamento social e, dessa maneira, poder reabrir gradualmente o comércio local e outras atividades econômicas. Ao todo, o estado possui 15 regiões metropolitanas. Cada região tem um número diferente de municípios em torno de uma cidade maior.  3 regiões  Covas no cemitério Vila Nova Caichoeirinha, em São Paulo. Novas valas estão sendo abertas devido ao aumento de mortes por coronavírus. — Foto: Rogério Galasse/Estadão ConteúdoDe acordo com o secretário de Desenvolvimento, São Paulo, Campinas e Santos “são regiões que a gente registra um risco importante” em razão do aumento nos números de mortes e casos devido à doença. “A região metropolitana de São Paulo tem tido um crescimento … Ler mais

COMUNICADO COVID-19 01/04/2020

O SINSAÚDE comunica que continua atuando na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde.   publicado em: 01/04/2020 O SINSAÚDE comunica que continua atuando na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde, tendo notificado os estabelecimentos de saúde no que tange às medidas necessárias ao enfrentamento da pandemia causada pelo contágio do coronavirus (COVID-19).  A situação é excepcional e exige medidas duras, onde o SINSAÚDE se coloca a disposição para contribuir com o Estado e a sociedade de modo que possamos passar por esse período turbulento, trabalhando juntos na prevenção e redução de riscos no contágio da doença.  Além das condutas adotadas, como exemplo de lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel e evitar apertos de mão, ainda recomenda o SINSAÚDE que devem ser observadas pelos estabelecimentos de saúde:  1)     Regularidade do fornecimento e substituição dos equipamentos de proteção individual – EPI’s.  2)     Dispensa de ponto biométrico, pela dificuldade de higienização do equipamento, visto que o coletor biométrico é considerado potencial transmissor do vírus;  3)     Suspensão dos eventos que aglomerem pessoas;  4)     Liberação dos trabalhos para gestantes, servidores com mais de 60 anos de idade, os que realizaram recentes intervenções cirúrgicas, ou que estejam realizando tratamento de saúde que cause diminuição da imunidade, transplantados e doentes crônicos, independentemente da idade;  5)     Estudar a possibilidade de escalonamento nas frentes de trabalho estritamente administrativo e dimensionamento das frentes de trabalho na ponta para poupar os especialistas e evitar fadiga;  Não se pode admitir que a integridade física e até mesmo a vida dos trabalhadores da saúde seja colocada em risco ante a realização de trabalho sem o fornecimento, pelas empresas, dos equipamentos de proteção individual recomendados pelos órgãos de saúde competentes e, quanto aos trabalhadores pertencentes ao grupo de risco, não se concebe outra medida que não seja seu total afastamento das atividades diárias, orientando-se que permaneçam em casa e somente saiam em situações de emergência.  Assim, foi solicitado pelo SINSAÚDE esclarecimentos formais sobre quais das medidas acima mencionadas já foram tomadas e, em relação aquelas que não foram, requereu que o façam em caráter de urgência para proteger a saúde dos trabalhadores, bem como da população em geral.  O SINSAÚDE continua atento a evolução do quadro da pandemia do coronavírus (COVID-19) em nossa região, buscando, sem prejuízo do atendimento aos enfermos, a preservação da integridade física e da vida dos seus representados, heróis da saúde!

Brasil registra 4.256 casos confirmados de coronavírus e 136 mortes

 publicado em: 30/03/2020 Todos os estados têm casos e 13 apresentaram óbitos: AM, BA, CE, PE, PI, RN, RJ, SP, DF, GO, PR, SC e RS. O Brasil registrou neste domingo (29) 4.256 casos confirmados de coronavírus. De acordo com as informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos aumentou de 114 para 136 em 24h. As mortes estão localizadas nos estados do Amazonas (1), Bahia (1), Ceará (5), Pernambuco (5), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Rio de Janeiro (17), São Paulo (98), Distrito Federal (1), Goiás (1), Paraná (2), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (2). Para manter a população informada a respeito dos casos e óbitos, o Ministério da Saúde atualiza diariamente os dados na plataforma de dados do coronavírus. O painel traz as informações e permite uma análise do comportamento do vírus com o passar do tempo, além de um gráfico de dados acumulados apontando a curva epidêmica da doença. A plataforma está disponível para livre acesso no endereço: covid.saude.gov.br

As informações serão utilizadas para focar procedimentos e ações do MPT, além de orientar a melhor destinação de eventuais recursos de ações judiciais.

publicado em: 26/03/2020 Ajude o Ministério Público do Trabalho, fiscalizar as UNIDADES DE SAÚDE. LINK FISCALIZAÇÃO MPT: https://bit.ly/MPT-FISCALIZA Não há necessidade de identificar -se, portanto, preencha o formulário e ajude o Ministério Público do Trabalho, fiscalizar as UNIDADES DE SAÚDE. LINK FISCALIZAÇÃO MPT: https://bit.ly/MPT-FISCALIZA O Ministério Público do Trabalho – pelas Procuradorias doTrabalho, dentro das medidas de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID -19) editou uma série de notas técnicas orientativas e criou um formulário on-line, destinado a trabalhadores e trabalhadoras dos serviços de saúde, bem como a Sindicatos do Setor, Conselhos e mesmo gestores públicos e privados, para que se torne possível um diagnóstico preciso da situação da saúde no País e, com maior efetividade, dar uma resposta mais coordenada e eficiente no que se refere à proteção dos trabalhadores e trabalhadoras do referido setor. O sinsaúde endossa a iniciativa do Ministério Público do Trabalho e vem orientar os trabalhadores e trabalhadoras da saúde que preencham o formulário, contribuindo para a fiscalização dos estabelecimentos de saúde.

Saúde amplia testes para profissionais de saúde e segurança.

publicado em: 25/03/2020 COMBATE AO COVID-19 O volume é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. Nos próximos três meses a pasta irá ampliar de 168 para 500 as unidades da Rede Sentinela no país para acompanhamento da doença O Ministério da Saúde está ampliando para 22,9 milhões o número de testes que serão distribuídos para diagnosticar o Covid-19 no Brasil. Serão entregues ao Ministério da Saúde dois tipos diferentes de testes: aqueles que detectam o vírus na amostra (RT-PCR) e outros que verificam a resposta do organismo ao vírus (teste rápido de sorologia, quando são verificados os anticorpos, na resposta imunológica do corpo ao microorganismo invasor). Neste momento, o ministério definiu a aplicação dos testes em profissionais de saúde e de segurança, além da verificação dos casos graves e óbitos. Leia também: Coronavírus: 46 mortes e 2.201 casos confirmados Um novo protocolo está sendo definido para testar os casos mais leves nos postos de saúde ou unidades volantes. A ideia é utilizar a estratégia para cidades com mais de 500 mil habitantes e pode ser uma ferramenta, por exemplo, para conter surtos, isolando os pacientes infectados pelo Covid-19. Nos próximos três meses, ainda, o Ministério da Saúde irá ampliar a Rede Sentinela de Vigilância de Síndrome Gripal, que monitora a doença no país. A expectativa é que o número de estabelecimentos que fazem a coleta de amostras para vigilância aumente de 168 para 500 unidades em todos os estados.  As ações visam garantir resposta adequada à emergência. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, reforçou o esforço do governo brasileiro para aquisição de testes para diagnóstico de coronavírus em um cenário de pandemia. “É um esforço hercúlio. Estamos passando por uma pandemia, possivelmente a pior do século. O processo dos testes está em construção. Estamos buscando toda a disponibilidade de testes no mercado internacional. No território nacional, estamos usando toda a capacidade instalada, negociando com a Embrapa, com o Ministério da Agricultura, com a Polícia Federal para que emprestem suas máquinas e, assim, a gente possa rodar o maior número de testes”, destacou o secretário. O volume de testes adquiridos é referente a compras diretas, doações e parcerias público-privadas. A iniciativa busca adequar à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de testar para isolar os casos da doença. Até o momento, 32,5 mil testes já foram distribuídos na rede pública de saúde em todo o país. Para o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, com a ampliação da testagem, o Brasil terá a oportunidade de identificar cada vez mais casos de coronavírus e, com isso, adotar medidas para isolamento e consequente diminuição da transmissão. “Testando mais pessoas, o Brasil será o país que provavelmente terá o maior número de casos confirmados de coronavírus porque será o que vai chegar mais próximo do número real de infectados”, disse o secretário de Vigilância em Saúde. SOBRES OS TESTESPara identificar o coronavírus são utilizados dois métodos diferentes de testes e ambos são rápidos. Contudo, um deles (RT-PCR em tempo real) necessita que o exame seja realizado em laboratório com uso de equipamentos. O segundo, é um teste rápido sorológico para detecção de anticorpos (IgM/IgG) e pode ser feito até mesmo nos postos de saúde ou unidades volantes.  1 – RT-PCR (biologia molecular) – o teste identifica o vírus no período em que está agindo no organismo. Desse tipo, foram comprados ou doados 14,9 milhões de testes, sendo 3 milhões adquiridos por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); 1,3 milhão comprado de empresas privadas; 600 mil de doação da Petrobrás; e 10 milhões, que ainda estão em negociação e deverão ser adquiridos no mercado nacional e internacional. O uso desses testes é feito para diagnosticar casos graves internados. Além disso é utilizado na Rede Sentinela, ou seja, para acompanhar a evolução da doença no Brasil, como os sintomas dos casos mais graves associados ao vírus. Assim, para a vigilância, os testes são feitos em casos graves e amostragem de casos leves, como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).  2 – Testes rápidos (sorologia) – o teste verifica a resposta do sistema imunológico ao vírus. Desse tipo, foram doados pela Vale do Rio Doce (5 milhões) e outros 3 milhões de testes foram comprados por meio da Fiocruz. Eles serão utilizados entre os profissionais de saúde e segurança para garantir a segurança e proteção deles.  Da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2351 / 3713

Além de longas jornadas, enfermeiras enfrentam falta de protocolo e de equipamentos de proteção

publicado em: 25/03/2020 Pandemia COVID-19 Nos treinamentos que recebeu nos últimos dias sobre o atendimento a pacientes com suspeita de coronavírus, uma enfermeira do Hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) foi informada de que um dos equipamentos de proteção, a máscara N95 (cujo filtro bloqueia até 95% das partículas em suspensão), terá uso restrito.  “Fomos orientadas a utilizar a máscara por sete dias, o que eu achei um absurdo. Segundo o fabricante, é por período. Vamos ter que guardar a nossa máscara e trocar a cada semana. Se não tiver nenhum dano, a gente vai permanecer com ela”, diz a enfermeira, cuja identidade será preservada pela reportagem. A validade dessa máscara, de maior proteção que a cirúrgica, varia de acordo com cada situação e cada fabricante. Ela deve ser guardada em sacos de papel ou de plástico (desde que furados) e, dependendo da condição em que seja usada, deve ser descartada imediatamente, segundo um dos fabricantes. Com tantas variáveis em uma situação de pandemia e quase 2 milhões de profissionais de enfermagem distribuídos pelo país, as dúvidas sobre protocolos são um dos problemas enfrentados pela classe no Brasil. No país, 84,7% dos auxiliares e técnicos de enfermagem são mulheres. Entre os profissionais com ensino superior, elas são 86,2%, segundo a Pesquisa Perfil da Enfermagem, do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). [ x ]O Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro denunciou na semana passada a falta de um “protocolo de orientação, capaz de disciplinar a utilização e o descarte dos equipamentos”, com exceção feita a um hospital da rede federal, que já possui as normas. A entidade também afirma que faltam máscaras cirúrgicas e N95, álcool em gel e até mesmo sabão e papel. “Enfermeiros e trabalhadores da saúde estão com déficit de equipamento de proteção individual (EPI). Precisamos de um protocolo do poder público sobre o que vai ser feito nas unidades básicas e nas redes de emergência”, diz Líbia Bellusci, vice-presidente do sindicato. “O que dá medo é a nossa saturação mental e física. Nós já trabalhamos em um ambiente bem estressante e, com uma doença tão perigosa, a insegurança também aumenta. A gente não sabe o que vem por aí”, desabafa a enfermeira, que trabalha na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital São Paulo. Procurada, a unidade informou que “todo o corpo de saúde do Hospital São Paulo está devidamente orientado e segue o protocolo de atendimento determinado pelo Ministério da Saúde”. Com o aumento da demanda, a enfermeira do Hospital de São Paulo conta que a orientação é reservar uma área da UTI para pacientes com coronavírus e selecionar enfermeiras só para esses casos, com o objetivo de diminuir a possibilidade de transmissão da doença entre outros pacientes do hospital. “Inevitavelmente a categoria estará na linha de frente, em contato 24 horas com casos suspeitos e confirmados. Nós estamos preocupados e buscando preservar ao máximo os profissionais”, afirma Walkirio Almeida, coordenador do Comitê de Gestão da Crise do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Para o conselho, as principais preocupações com os profissionais de enfermagem são os EPIs, a capacitação para os protocolos determinados pelo Ministério da Saúde e garantir que eles estejam preparados para usar os equipamentos. “Não adianta oferecer equipamentos de proteção e não preparar os profissionais para usá-los corretamente”, diz Almeida. O conselho vai permanecer com sua sede e conselhos regionais abertos para realizar fiscalizações e atender às demand as dos profissionais. Em Pernambuco, enfermeiros que trabalham em unidades de saúde da rede pública ameaçavam entrar em greve. De acordo com o sindicato da classe no estado, faltam equipamentos básicos de proteção, como máscaras e aventais, além de insumos como álcool em gel e sabão. No sábado (21), o Tribunal de Justiça de Pernambuco determinou a suspensão da greve anunciada pelo Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco (SEEPE-PE) sob pena de multa. “Estamos em estado de greve e a paralisação só ocorrerá na falta de EPIs”, diz Ludmila Outtes, presidente do SEEPE. “Infelizmente é comum faltar material: luva, máscara, seringa, agulha. Só que, agora, além da insatisfação, nós corremos risco de vida”, afirma. “Precisamos proteger a nossa vida também. Além disso, é preciso controlar a disseminação. Como a gente atende vários pacientes ao dia, se eu pegar o vírus, vou transmitir para várias pessoas que eu atendo”, completa Outtes. A Secretaria de Saúde do estado afirma que ordenou a compra emergencial de equipamentos de proteção individual e diz que está orientando os profissionais sobre o seu uso. No Rio de Janeiro, a secretaria do estado anunciou, na quarta-feira (18), a compra de 1,5 milhão de máscaras cirúrgicas, 300 mil óculos de proteção e 600 mil aventais. Para a diretora do sindicato dos enfermeiros do estado da Bahia, Tatiane Araújo, a questão das condições profissionais para as enfermeiras inclui, além da estrutura e dos equipamentos, a garantia de horas de descanso. “Uma profissional cansada fica mais propensa a cometer um erro. As unidades de saúde têm que garantir as condições de trabalho. Tudo que a Organização Mundial da Saúde vem divulgando tem que ser cumprido.” Um dos receios da enfermeira entrevistada pela reportagem no Hospital São Paulo é o aumento das dificuldades que as profissionais já sentem na rotina de trabalho, mesmo sem a demanda de pacientes com coronavírus. “Em hospital público sempre há escassez de insumos. Se já está assim, imagine quando começar mesmo o surto de vez. O que esperar?”, questiona. Entre as enfermeiras, as condições de trabalho (como falta de equipamentos adequados) representam 46,8% dos motivos que definem a precarização do trabalho da categoria. Para técnicos e auxiliares de enfermagem, o ritmo e pressão da atividade respondem por outros 51,2%, segundo a pesquisa Precarização do trabalho de enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem nos hospitais públicos, da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Tatiane Araújo, também professora adjunta da Escola de Enfermagem da UFBA e uma das autoras do estudo, lembra que o principal responsável pelo suporte aos casos da epidemia será o serviço público de saúde, já que atende a 75% dos brasileiros. “A pandemia vai … Ler mais

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